domingo, 19 de abril de 2020

ENTREVISTA COM LENE NEYHART - Revista STATTO

*Confira as fotos no final da matéria!!! Por Daniela Duarte

Brasileira, Professora, formada em psicologia pela FMU, mora com os dois filhos adolescentes no estado da Flórida – Estados Unidos. É empreendedora digital, guerreira e apaixonada pela vida!
Lene conte-nos um pouco sobre sua trajetória de vida:
Vim de uma família “RICA” de caráter, honestidade e feliz, aonde o único cômodo da casa era suficiente para o amor viver entre nós. Ter minha mãe como mãe e pai foi meu melhor aprendizado. O corpo franzino aos 11 anos não me deteve para começar a trabalhar. Meu primeiro diploma foi no Magistério, mas o sistema de ensino fechado não me agradou, resolvi migrar para Recursos Humanos, onde dediquei 12 anos da minha vida e me trouxe mais diplomas. Eu só decidi aposentar a “Carteira Profissional” depois que voltei dos Estados Unidos em 2000.
Abri, gerenciei e administrei uma gráfica e empresa de prestação de serviços, nos tornamos referência na região por mais de 15 anos. Após 3 anos de pesquisa, em 2016 fechei duas malas, coloquei toda a minha experiência dentro, dei a mão para os meus 2 filhos e recomecei uma nova vida nos Estados Unidos.
Você já morou nos EUA em outro momento passado. Conte-nos quais as principais diferenças entre esses momentos, tanto na vida pessoal como o cenário político e econômico desses períodos?
No início do ano 2000, as restrições para imigrantes eram poucas, e as oportunidades de trabalho maiores, os imigrantes que chegaram para viver naquela época vinham na maioria de uma Classe Social Baixa, moravam juntos e guardavam dinheiro. Quinze há Vinte anos depois as Classes média e alta embarcaram nesse sonho americano, pela porta da frente com dinheiro do bolso. Hoje encontramos a Classe Social baixa “do Brasil”, bem-sucedida aqui.  E a Classe Média, falida ou vivendo abaixo das suas expectativas. Explicação para uma outra entrevista. rsrs
Você é uma pessoa bastante otimista e ativa. Como está encarando esse momento de pandemia do CORONAVÍRUS nos EUA? Quais as medidas práticas que o governo tem adotado por aí?
Com a minha atividade eu permaneço trabalhando, estou encarando como um momento de reflexão para toda a humanidade. Quem nessa quarentena conseguir se tornar uma pessoa melhor vai sair no lucro, senão, esquece. (Risos).
Quanto ao governo as medidas são semelhantes às do Brasil, manter a distância, pessoas que realmente tem que sair de suas casas. Os parques, escolas, igrejas, centro de convenções foram os primeiros a fechar, hoje somente estão abertos os supermercados, com horários reduzidos, farmácias, clínicas e hospitais.
Você atualmente é uma Coach Digital. Conte-nos um pouco sobre esse trabalho. Como tem ajudado as pessoas?
Trabalho com segmento ligado ao Marketing digital desde o Brasil, aqui eu vi a possibilidade de ampliar a minha área e o meu conhecimento. Hoje eu ensino as pessoas a fazerem o mesmo por acreditar que esse mercado está em ascensão fora.
E-mail para contato- neyhartcouch@gmail.com
Aulas e Consultorias – https://www.facebook.com/NeyhartCoach
Curso Como Abrir Sua Empresa Na Florida- https://go.hotmart.com/E14223540O
Inscreva-se no Canal – http://youtube.com/vladcampos
Qual o perfil de uma pessoa que almeja uma vida próspera ou em ascensão fora de seu país de origem em sua opinião precisa ter?
Essa pessoa deve ter a capacidade de desaprender e aprender. Deve ser capaz de perdoar e se colocar no lugar do outro, livrar-se de todos os seus preconceitos formado ao longo da vida, deve ter a capacidade de ver o mundo como um todo.
Quais as principais dificuldades de um imigrante hoje nos EUA? Mesmo assim vale a pena arriscar?
A dificuldades se contam a partir de: em que condições a pessoa vem para cá, levando em consideração o nível de inglês, o status migratório e a quantia em dinheiro que tem no bolso. Eu acredito que a pergunta “Vale a pena se arriscar“, é muito relativa.  Para uma pessoa que tem medo das coisas darem erradas, não acreditam em seu potencial de reaprender, criar e agir, é melhor não se arriscar. Conheci pessoas que trouxeram milhões, vieram com casa própria e empresa montada e, no entanto, não prosperaram, já outras famílias com 10 mil dólares no bolso e 2 MALAS, (Risos) E ESTÃO BEM.
Quais as principais diferenças de uma vida no Brasil e nos EUA, em termos de educação, qualidade de vida, trabalho e etc.?
Educação: Carga Horária, aqui são quase 7 horas na escola, diminui um pouco no último ano da High School, as matérias também são diferentes, umas com mais conteúdo e outras menos. O meu filho poderia falar mais sobre esse assunto. Os professores são totalmente voltados a preocupação com o ensino, por exemplo nesse período de afastamento os professores me mandaram e-mail copiado aos meus filhos e me ligaram para me colocar a par do conteúdo que eles deveriam seguir. A qualidade de vida para mim que morava em São Paulo, está sendo muito melhor. Os Estados Unidos oferecem muitas condições boas na educação e segurança. O trabalho aqui na Flórida e mais voltado para o turismo, por causa do clima, parques e praias. Também seria um assunto bem amplo.
Seus filhos já estão totalmente adaptados à cultura americana? Fale-nos um pouco sobre eles?
Meus filhos vieram grandes para cá, estão adaptados, mas o meio social é mais Brasileiros e Espanos. Eu acredito que se eu morasse no Brasil estaria hoje preocupada para saber aonde eles estavam, aqui apesar dos americanos saírem cedo para morar fora de casa, eles não têm muito acesso a bares noturnos bebidas etc.  Antes dos 21 anos, de uma certa forma isso ajuda.
Quais os tipos de trabalho que um imigrante consegue encontrar assim que chega por aí? E quais os tipos de visto mais vistos pelos que conseguem de fato se estabelecer?
Considerando que ele chegue sem autorização de trabalho e sem inglês, provavelmente os primeiros trabalhos serão na Construção e na Limpeza, o visto para se estabelecer é o de investidor ou de trabalho. Porque tanto o visto de turista como o visto de estudante não podem trabalhar.
Além de empreendedora digital, você também presta assessoria para quem deseja ir para os EUA. O que você diria para quem ainda está no planejamento inicial? O que deve fazer para o planejamento ser eficaz?
De fato, é preciso pesquisar bastante para se mudar para qualquer país. Se o seu desejo é vir para os EUA, primeiro estudar inglês, não precisa vir expert até mesmo porque somente quando chega aqui é que percebe o quanto os cursos aí deixam a desejar. O fator quantidade de dinheiro que vai trazer e status (tipo de visto) também determinam quais as melhores regiões para morar.
Quando vem com filhos em idade escolar, pesquisar sobre todos os documentos necessários para os matricular na escola. Se for vir estudar é melhor tirar o visto de estudante, no Brasil. Praticar muito exercícios para o corpo e a mente (Risos).

https://revistastatto.com.br/lifestyle/entrevista/entrevista-com-lene-neyhart/










ANÚNCIO DO BLOG: Mercado TRADER e Opções BINÁRIAS:     https://app.monetizze.com.br/r/AVV8667776

quarta-feira, 15 de abril de 2020

ENTREVISTA COM TULLA DUARTE - Revista STATTO

Por Daniela Duarte
Empresária há mais de 20 anos no Brasil, administradora e advogada, com especialização em gestão comercial e MBA em gestão empresarial. Contou-nos um pouco sobre sua interessante trajetória de vida e sua visão sobre a atual economia do país e possíveis impactos causados pela pandemia do CORONAVÍRUS.
Conte-nos um pouco sobre sua trajetória profissional:
Ingressei muito cedo no trabalho, queria aprender e estudar. Como minha escola era perto do escritório do meu pai, saia da escola para o escritório, no início para mim era tudo uma brincadeira que depois foi ficando séria, tinha 11 anos, foi onde tudo começou. Fazia café, atendia telefone, até Office Girls e aos poucos fui observando o setor administrativo, gostei tanto que com 14 anos quando ingressei no colegial, optei por fazer colegial técnico em administração de empresas, o que foi muito importante pois vi na teoria o que já vivenciava na prática.
Ser empresário no Brasil requer ser flexível enxergar por novos ângulos, e assim foi com 17 anos ingressei na Faculdade no Curso de Processamento de Dados, pois nesta ocasião meu pai  iniciava uma rede de escolas de informática com cursos para grandes corporações e cursos direcionados ao público em geral, foi minha grande oportunidade de aprender mais e mais este mundo novo que era a informática da década nos auges dos anos 90, tive a oportunidade de ministrar muitos cursos desde de MS-Dos, Word, Dbase, Lotus, depois vieram os softwares da família Microsoft o Windows, o Office, e tantos outros, era oportunidade de compartilhar conhecimento e aprender com os alunos que eram muitas vezes grandes executivos, diretores, gestores, gerentes, entre outros muitas histórias de vida, de superação.
Nesta ocasião além de ministrar as aulas, ao longo dos anos passei a fazer a Coordenação Administrativa das Unidades, bem como ser uma das responsáveis pelo treinamento dos Divulgadores, Coordenação dos Instrutores, além ainda de ministrar palestras que tinham um público, de 30, 40 as vezes mais de 100 pessoas por Palestra.
Nesta ocasião que foi de 1993 a 1999 empreendemos nas unidades estratégias comerciais, bem como administrativas. Mas o cenário mudou para as empresas de treinamento e em 1999, fechamos a última unidade que ainda estava em funcionamento localizada no bairro do Brooklin – São Paulo, já havia passado o auge da informática, e com a queda na receita, fomos obrigados a fechar.
Neste momento passamos por uma grande crise financeira pois em outro negócio da família tivemos um altíssimo prejuízo ocasionando problemas seríssimos, naquele momento não sabíamos o que iriamos fazer. Foi quando fui para os EUA passear, mas acabei ficando meses. Ao voltar meu pai havia voltado para área de Shows, pois foi empresário artístico por muitos anos. E neste momento tive oportunidade de atuar como Produtora Executiva de alguns eventos e shows. Foi uma experiência incrível, os cachês excelentes, mas não eram constantes.
Foi quando pela primeira vez precisei procurar emprego fora dos negócios da família, uma experiência que foi importante naquele momento pelo lado financeiro, mas não era suficiente.
Foi quando fui convidada por um grande amigo a atuar na área comercial com consultoria de empreendimentos imobiliários de médio e alto padrão, em 2003, logo consegui me estacar pois com minha formação na área de processamento de dados, fiz a tecnologia trabalhar a meu favor, e fui me destacando, ganhei troféus, campeonatos e prestígio no meio imobiliário.
Entretanto é importante frisar que sempre investi nos nossos negócios, e continuei a participar dos negócios tanto financeiramente e atuando nas áreas que me eram pertinentes. O que nos fez conseguir passar pelas várias crises do Brasil. Em 2008 tivemos um grande impacto nos negócios, mas conseguimos superar e fomos retomando os Projetos.
Em 2013 findou a minha atuação direta no mercado imobiliário, atuando depois somente com consultoria para os clientes que viraram amigos, pois voltei para área Administrativa fazendo a Direção da empresa de Projetos de Instalações Industriais. Onde pude implementar estratégias para maximizar os resultados desejados.
Sempre com sede de aprender, voltei aos bancos universitários, para encarar uma faculdade, o curso de Direito, que foi um grande presente em minha vida, pois além de todo o conhecimento adquirido ao longo dos 5 anos do curso, fiz muitos amigos, e no final do 10º semestre fui presenteada com a notícia que havia passado no Exame da OAB.  Todo este aprendizado durante o curso foi sendo aplicado no meu dia a dia na empresa, e com isso pudemos melhorar ainda mais nossos resultados.
Antes desse “susto” mundial, como uma empresária e empregadora tem visto nossa atual economia interna?
A crise que teve início no final de 2014, gravíssima, demorou muito para dar sinais de melhora, entretanto no final de 2018 começamos a sentir um início de melhoras, em 2019 1º. Semestre aquém do que se esperava, em no 2º. Semestre as empresas começaram a ter boas perspectivas.
Já o ano de 2020 começou muito bem, muitas empresas começaram efetivamente no dia 02 de janeiro, antes do carnaval, e tudo levava a crer que este ano seria muito bom para as empresas, para economia, mas com a Crise do Covid 19, tudo mudou.
Em sua opinião e vivência profissional ao longo desses anos de crises e altas econômicas no Brasil, quais os possíveis impactos que a pandemia atual poderá trazer sobre a nossa economia no curto e médio prazo?
Os impactos são imensuráveis neste momento, pois ainda não temos todos os dados, e a cada dia, temos novas informações. Mas o que é possível dizer é que as perdas serão enormes e com certeza levaremos muitos anos para recuperar.
Você sempre se posiciona de maneira positiva frente aos desafios, o que pode dizer aos empreendedores brasileiros nesse momento tão delicado?
Um velho ditado: “Tudo passa, tanto as coisas boas, como os coisas ruins”.
Neste momento é importante ter racionalidade, cautela na tomada de decisões, não se apavorar, ter bom senso.
Em sua opinião, essa pandemia tem origem meramente biológica? Ou pode haver outras causas não explicitamente mencionadas pela mídia em geral? Quais seriam as possíveis origens desse problema que abalou a saúde e economia mundial?
Em minha opinião, temos que avaliar todas as possibilidades, sabemos que quem detém poder tem muitos interesses, que não são visíveis.
Como é a Tulla na vida pessoal? Hobbies, interesses, crenças:
Hoje tento ter uma vida mais equilibrada, pratico atividades físicas como musculação, aulas de zumba, body combat, yoga, gosto de correr, jogar tênis.  Sempre que possível saio para dançar, tomar vinho com os amigos, ir ao cinema, namorar, etc.
Em relação aos cuidados em casa, trabalho (home office) e etc. Como você tem se adaptado com a família após o Coronavírus ter de fato se tornado real no Brasil? 
O trabalho home office, não é uma novidade pois já o fiz em outras ocasiões por diversos motivos. Acho que o fundamental é ter foco no que vai fazer, organizar um local que será o seu escritório, estabelecer uma rotina. E a família todos neste momento também estão em home office, cada um com o seu espaço organizado.
Você já morou fora do país por um tempo. Conte-nos um pouco sobre essa experiência e o que mudou após retornar?
A experiência de morar fora do país me tornou uma pessoa melhor, em relação à família, trabalho, patriotismo.  Os brasileiros de uma forma geral são pessoas alto astral, receptivos, normalmente querem ajudar o próximo, este calor humano é algo incrível, e dificilmente encontramos fora do Brasil. Senti muita falta dos amigos, da família. Por outro lado, tive a oportunidade de conhecer e viver uma nova cultura, idioma, e tantas outras coisas.
Você se considera engajada politicamente, fale um pouco sobre:
Acredito que no momento que o pais está vivendo as pessoas estão a cada dia mais engajadas politicamente, acho muito bom que esteja acontecendo, com a facilidade que temos da comunicação eletrônica, das redes sociais e internet, para quem quer aprimorar o conhecimento e se engajar, basta buscar.
Eu participei de várias manifestações a favor do Governo, a favor do Brasil, e acho muito importante participar e não ser isento neste momento tão turbulento que o pais está passando.
Que mensagem gostaria de deixar as pessoas nesse momento?
Acredite em seus sonhos, sonhe alto. Nascemos e morremos, entre estes dois, vivemos!
Então viva intensamente, pois viver vale a pena.  Não tenha medo de dizer Eu te Amo, de Perdoar, de Dançar, de brincar, de errar, pois é sinal que se tentou!
Exercite sua fé, acredite e VIVA!!!
https://revistastatto.com.br/lifestyle/entrevista/entrevista-com-tulla-duarte/

ANÚNCIO DO BLOG: Mercado TRADER e Opções BINÁRIAS     https://app.monetizze.com.br/r/AVV8667776

ENTREVISTA COM KARINE DE SOUSA MOURA - Revista STATTO

Por Daniela Duarte
Conversamos com a Karine de Sousa Moura, profissional da área de saúde, graduada em enfermagem, especializada em Centro Cirúrgico e Central de Material e Esterilização.
Nossa entrevistada tem uma bela trajetória profissional, é enfermeira em centro cirúrgico, enfermeira assistencial e administrativa. Docente em enfermagem, com docência no ensino superior. Acupunturista em formação e com toda sua correria do dia a dia, nos concedeu esta bela entrevista.
Como você descobriu sua vocação na área da saúde? Quantos anos tinha?
Acredito ser um chamado de força maior, sempre brinco com os alunos, “você não escolhe a enfermagem, a enfermagem escolhe você”. Minha mãe diz que desde a primeira infância ela percebia em mim essa inclinação para o cuidar.
Conte-nos um pouco sobre seu início de carreira, dificuldades de conseguir trabalho, estudos e etc:
Minha primeira formação foi como auxiliar de enfermagem em meados do ano 2000, logo após o término do curso me tornei mãe. O principal obstáculo foi a idade e falta de experiência, pois o primeiro emprego foi na área da enfermagem. No mesmo ano que consegui o primeiro emprego iniciei a graduação, e tive que conciliar com trabalho e maternidade, essa foi a maior dificuldade pessoal.
É possível conciliar bem a vida pessoal trabalhando na área da saúde? Existem opções melhores dentro desta área para quem deseja equilibrar melhor o tempo entre o trabalho e a família?
Acredito que o início seja um pouco mais movimentado, o ânimo profissional neste momento está elevado e talvez acabamos por não perceber a sobrecarga e a diminuição dos relacionamentos familiares. Com o tempo ampliamos nosso leque profissional, descobrindo novos horizontes, e tornar possível o equilíbrio entre profissão e família.
Como foi sua trajetória em centro cirúrgico?  Como começou e até onde chegou? Quanto tempo levou para sentir que tinha chegado lá?
Iniciou como circulante de sala, e chegou a enfermeira assistencial e administrativo. A fase de transição não durou muito logo estava na ponta de uma equipe cirúrgica. Experiência fantástica em um setor de alta complexidade que em alguns momentos não se alinhava com a estabilidade humana e o equilíbrio emocional, porém a formação técnica e científica favorecia na administração e resolução de conflitos.
Como você decidiu se tornar docente na área? Conte-nos um pouco como é para você?
Observando as dificuldades no setor de atuação e a falta de capacitação profissional, surgiu um estímulo para contribuir na formação de novos profissionais. O que inicialmente seria uma atribuição paralela logo se transformou em uma paixão e atribuição oficial.
Você se considera uma professora exigente? O que almeja para seus alunos?
Sim, me considero exigente, agradeço a Deus a oportunidade da atuação hospitalar antes da docência, pois foi um período de preparo e acúmulo de experiências profissionais. Devido a essa vivência, acabo cobrando um pouco mais dos meus alunos exigindo o máximo de comprometimento e qualidade. Desejo um futuro brilhante para os meus alunos, com crescimento profissional e pessoal em ascendência.
Você começou muito jovem na área e alcançou uma posição de destaque. Mas gostaria de saber como você gostaria de terminar seus dias na área? Fazendo o que exatamente e onde?
Aos 38 anos ainda não parei de desbravar as várias possibilidades de atuação em enfermagem. Atualmente estou cursando uma pós em acupuntura (estou apaixonada) e penso em terminar meus dias profissionais ministrando aulas e proprietária de um espaço terapêutico.
Falando um pouco sobre atualidade, como você vê a epidemia do Corona vírus por sua experiência em hospitais e tempo de carreira? É realmente preocupante? O que as pessoas devem fazer para se proteger?
Me frustro com as questões culturais de nosso país, pois o momento trata-se de uma pandemia e a situação é realmente preocupante, se parássemos para avaliar com rigor e empatia a situação da Itália, por exemplo, estaríamos assimilando o processo de disseminação com maior seriedade. Claro que o desespero deve ser desencorajado, mas as medidas preventivas deveriam ser mais efetivas entre a população. Tenho conversado com outros profissionais, e observo que a falta de informação causa transtornos e equívocos com relação ao vírus.
Minha recomendação inicial é não banalizar a situação encarando como uma gripe comum, deve-se aumentar a frequência da lavagem das mãos, evitar contato como beijos, abraços e apertos de mão, evitar sair de casa e aglomerações, se possível, realizar seu trabalho em home office. E recomendação principal é o bom senso.
Em suas aulas eu tive o prazer de aprender muitas coisas relacionadas a imunidade e suas consequências. Fale-nos um pouco sobre isso, traçando um paralelo com o lado emocional, condição física e estilo de vida:
Infelizmente se pararmos para refletir e associar qualidade de vida e imunidade, torna-se preocupante. Qual é a nossa realidade? Vivemos para trabalhar e trabalhamos para viver, não equilibramos lazer, atividade física, cultura e alimentação, apertando o botão de STOP apenas quando a própria saúde entra em colapso, a mente deve estar sã para que a engrenagem corporal funcione de fato.
Qual a principal mensagem que você gostaria de deixar para as pessoas, com base em toda a sua vivência, experiência de vida e dedicação ao trabalho, muitas vezes até sacrificando sua qualidade de vida:
Sacrifícios valem a pena, tanto nas realizações profissionais quanto pessoais, obtive muitas vitórias, mas as principais são os meus filhos e tudo que pude proporcionar a eles junto a meu marido. Valeu muito a pena todas as vezes que recebi a gratidão e o reconhecimento dos meus pacientes, e hoje o sucesso dos meus alunos.
Como você vê a área da enfermagem? A classe é unida ou tem algo a melhorar?
A enfermagem está alcançando muitas conquistas e a área é promissora. Infelizmente a falta de união e ética entre os profissionais reduzem a velocidade desse progresso. A conscientização da importância da atividade profissional deve ser entendida e exercida, com técnica, conhecimento, empatia, humanização, união e ética.
Qual o principal recado que você gostaria de deixar aos estudantes da área da enfermagem, sejam eles auxiliares, técnicos ou universitários, que estão buscando um lugar ao sol:
Sejam persistentes, busquem o conhecimento, aprimorem-se, moldem-se, dediquem-se, assumam postura técnica que a oportunidade vem.
Deixe um depoimento livre que gostaria de deixar registrado:
Gostaria de agradecer a oportunidade e o carinho que me foi dedicado! A enfermagem é uma profissão extremamente necessária cuja funções não poderão ser substituídas por máquinas, pois cuidados dependem do toque, da sensibilidade humana e da empatia pela dor do outro. Agradeço principalmente a Deus por ter me capacitado e aos meus pais por terem me apoiado! Gratidão

https://revistastatto.com.br/lifestyle/entrevista/entrevista-com-karine-de-sousa-moura/


ANÚNCIO DO BLOG: BENEFÍCIOS DO REIKI - Técnica Milenar de Harmonia 

ENTREVISTA COM DANIEL SOUZA DUARTE -. Revista STATTO


Por Daniela Duarte
Conversamos com o empresário Daniel Souza Duarte, que há 34 anos é diretor geral e comercial na Technobras Engenharia. Já empreendeu diversos negócios em outros setores. Concedeu-nos um pouco de seu tempo para falar sobre economia, empreendedorismo e o delicado momento atual, com a pandemia do CORONAVÍRUS.
Conte-nos um pouco sobre sua trajetória profissional?
Iniciei a vida profissional com 15 anos de idade na escola técnica através de uma empresa sueca, após estágios e apenas 01 ano de trabalho fui demitido devido ao serviço militar no exército; felizmente me preparei e após 01 ano ingressei na vida profissional no ramo de engenharia de projetos, onde trabalhei como funcionário em diversas e renomadas empresas de Consultoria e Engenharia de Projetos até o ano de 1985, participando ativamente em projetos nos setores industriais de Química, Petroquímica, Óleo e Gás, Siderurgia, Agronegócio, Papel e Celulose, dentre outros. Em janeiro de 1986 entrei para o mundo dos negócios sendo Sócio Fundador da Technobras Engenharia onde estou até os dias atuais.
Além da área de engenharia de projetos, você empreendeu diversos negócios em setores distintos.  Pode-se dizer que tem sido uma pessoa otimista em relação a seu país.  Quais os setores em que já investiu e empreendeu negócios?
É verdade, sempre fui otimista e sonhador com o nosso país. Iniciamos no mundo da moda comprando em atacado e revendendo com equipes de vendas de varejo no estado de São Paulo, BH e outras localidades. Em seguida empreendemos com a fabricação em linha de montagem no setor de confecção de moda feminina, loja em Mall em São Paulo (pequenos shoppings estilo americano), pronta entrega para lojistas de moda, entre outras.
Na realidade, no setor de Engenharia e Consultoria de projetos, sempre houveram muitas crises sazonais no Brasil. E quando isso acontecia eu aproveitava e empreendia em outros seguimentos paralelamente, mas, sem perder o foco em engenharia de projetos.
Como você tem visto o cenário econômico até o momento? Antes da pandemia obviamente, com o novo presidente da república?
Arrumar a casa depois de um grande e duradouro vendaval, dá trabalho e por mais que se arrume a casa a impressão que fica é que não se fez quase nada; vem comigo que eu te explico: O setor da Engenharia de Projetos é um ramo de negócio extremamente sensível, quando a economia está desarrumada. É um dos primeiros setores a ser freado bruscamente por falta de investimentos em modernização no setor produtivo (fábricas), melhorias para ganho de capital, qualidade produtiva e segurança operacional; sem falar em investimentos de novos sites (filiais produtivas). O quero dizer com isto é que a forte crise iniciada em 2013 foi se aprofundando até 2018, e em 2019 a nova administração federal iniciou o processo de modernização administrativa central com Equipes Ministeriais. Profissionais competentes e menos políticos, em parceria com o congresso nacional finalizamos o ano de 2019 com a Reforma da Previdência aprovada, mesmo que não seja a reforma dos sonhos temos a reforma da previdência. Os próximos passos são as reformas: administrativa e tributária, que acabaram ficando para o calendário 2020.
O Ano de 2020, iniciou muito atípico (historicamente no Brasil o país só começava a “andar” depois do carnaval), vários clientes consultando, dando sinais claros de retorno maciço (consistente) de investimentos nos vários setores industriais; tudo apontava para um ano extremamente exuberante até que nos dias finais do carnaval começaram a chegar as notícias de um monstro de dimensões nanicas (nano) e invisível, mas, de estragos incomensuráveis até o presente momento (CORONAVÍRUS). E daí para frente há interrogações que ainda não temos respostas.
Em sua opinião, o que pensa ser necessário no momento, tanto em relação a saúde quanto economia. Devido o momento delicado da pandemia do Coronavírus?
Primeiro e próximos passos: atitudes de constante vigilância político partidárias, cuidar da saúde física e emocional, trabalhar arduamente em home office. Sempre mantendo o foco, e incentivar a flexibilização do retorno à produção de bens e serviços. Pois com a economia herdada da administração federal anterior, não temos gordura alguma para que a força de trabalho dos empregados e empregadores se dediquem exclusivamente à saúde e prevenção por tempo indeterminado.
Fale um pouco sobre a Technobras. O que vocês desenvolvem e para qual setor é destinado?
Fundada em janeiro de 1986, com foco em Engenharia, Consultoria e Gerenciamento de projetos industriais, fornecemos prestação de serviços no setor de Engenharia Multidisciplinar e Consultoria de Projetos, Assistência Técnica à Obra (Ato) e manutenções.
Atendendo, mas não se limitando aos setores industriais de: Óleo e Gás (Onshore e offshore), Químico, Petroquímico, Papel e Celulose, Energético em geral, Alimentício e Home Care dentre outros.
Fale um pouco sobre os setores de Infraestrutura, Industrial e Energia no Brasil atual, depois da Lava a Jato:
Antes de tudo devo pontuar que a Lava Jato ainda não acabou, na minha opinião as experiências acontecidas no âmbito da Lava Jato podem e deveriam ser um instrumento para desenvolver novos métodos e condutas para a relação de desenvolvimento sustentável de fato. Nas relações comerciais, o jeitinho brasileiro de fato não está dando certo, pois o “custo Brasil“ impede o crescimento constante e exponencial, causando sempre o efeito sanfona (nossa economia cresce e encolhe constantemente) nos meus 65 anos já vi e vivi inúmeras crises econômicas.
Sei que existe o contrato de confidencialidade para clientes atuais. Mas cite quais foram alguns dos seus principais clientes?
Como bem falou, temos contrato de Confidencialidade com nossos clientes atuais, sendo que alguns tem cláusulas com prazo de validade de 10 anos e determinados clientes para algumas informações, a confidencialidade é perene. Respondendo melhor sua pergunta, deixo aqui o link https://technobras.com para que você e qualquer leitor possa entrar em nosso site a fim de conhecer alguns de nossos clientes. Mas em resumo respeitamos o contrato de confidencialidade porque respeitamos os nossos clientes.
Em sua opinião como tem se mostrado a conscientização política do povo brasileiro atualmente?
Tenho presenciado e conversando com pessoas de diversas e distintas classes sociais, formação e atividade laboral. Que os maus políticos independentemente de posições partidárias, enfrentarão mais dificuldades daqui para frente para enganar o povo e “conquistar” seus preciosos votos. Lentamente está havendo provável melhora e discernimento dos eleitores com relação aos políticos que, dão ao trabalhador uma “colher de chá” e retiram para proveito próprio com uma “concha”.
O Brasil tem jeito? O que precisamos efetivamente, tanto por parte das autoridades governamentais quanto população, para subirmos positivamente os níveis econômicos, qualidade de vida, e etc.?
Há muito tempo não tínhamos uma equipe no ministério da economia, pujante e representativa, digna da nossa nação. Hoje a possibilidade de uma economia liberal abre espaço para que nossos sonhos minimamente se realizem. É claro que estamos num regime presidencialista e que o congresso nacional também tem seu importante papel com relação a aprovação das reformas tributária e administrativa.
Espero que o Brasil e os brasileiros estejam acima dos interesses partidários de cada membro dos poderes Executivo e Legislativo, somente assim os indicadores econômicos saltarão e a melhoria da qualidade de vida para cada brasileiro estará de fato assegurada.
Muitos empresários e empreendedores individuais e até mesmo a população como um todo está vivendo um momento de incertezas, devido a atual pandemia. Que mensagem você poderia nos deixar nesse momento?
Se todos cuidarem com responsabilidade da própria saúde, as chances de sobrevivência aumentam, seja em trabalho home office ou caso haja alguma flexibilidade com responsabilidade da volta presencial ao trabalho.
Não fique ou faça aglomerações, se estiver na fila em um supermercado peça às pessoas que estão à sua volta que mantenham a distância mínima de 01 metro, afinal a solidariedade também salva vidas.
Extraído
https://revistastatto.com.br/lifestyle/entrevista/entrevista-com-daniel-souza-duarte/




ANÚNCIO DO BLOG: Mercado TRADER e Opções BINÁRIAS:     https://app.monetizze.com.br/r/AVV8667776

terça-feira, 14 de abril de 2020

ENTREVISTA COM Dr° ROGÉRIO M. RUIZ - extraído Revista STATTO




Por Daniela Duarte 
Em momento tão oportuno, conversamos com o médico cardiologista e clínico geral, Dr° Rogério M. Ruiz, para saber um pouco mais sobre sua trajetória e também para recebermos informações mais confiáveis sobre a pandemia do Coronavírus.
Formado pela Universidade de Mogi das Cruzes – SP;

Cardiologista pela RB Sociedade Portuguesa de Beneficencia;

Pós-Graduado em Cardiologia Clínica e Avançada – IES SPaulo;

Pós-Graduado em Clínica Médica e Metabolismo – IES S.Paulo

Gestor Programa de Consultórios Satélites do Grupo Amil Saúde (Unidade CS LAPA1);

Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo;

Coordenador do Instituto de Educação em Saúde – IESSP;

Atualização em Diabetes pelo Joslin Diabetes Institute (Harvard Medical School);

Foi professor de Bioética na FTML – S Paulo

Autor do Livro “Acontece cada VIDA na COISA da gente”

Coautor do Livro “O Marketing também veste branco”

Diretor da HD Home Doctor Serviços Médicos Ltda


Dr° Rogério, por sua especialização em cardiologia com pós em cardiologia clínica e avançada e diabetes, podemos dizer que seu público maior nos consultórios, seja a terceira idade? Conte-nos um pouco sobre algumas de suas especialidades?
A maior parte do público que frequenta meu consultório é da terceira idade. Posso estimar em aproximados 60%. O que mais acomete esta população é Hipertensão Arterial em primeiro lugar. Também temos comorbidades, ou sejam doenças que coexistem em um mesmo paciente. Muito frequente a tríade: Hipertensão, Diabetes e Dislipidemia (“colesterol alto”).  Depois temos, em menor expressão, as arritmias, as valvopatias. Correndo por fora temos que registrar uma crescente demanda de pacientes com transtornos de ansiedade, onde os sintomas podem simular as cardiopatias, consequentemente estes pacientes vem ao consultório de cardiologia.
Como esse público tem efetivamente se preparado para se proteger da pandemia do Coronavírus em sua análise? Quais os outros grupos de risco?
Os idosos, cardiopatas, pneumopatas e imunodeprimidos compõem o principal grupo de risco. Entenda-se que o risco não é de se contrair a COVID19. Para este risco todos temos a mesma exposição. Quando se fala em risco cabe ressaltar que é o RISCO DE MÁ EVOLUÇÃO da DOENÇA claro que após sua instalação. Muitos acham e interpretam este risco como sendo de contaminação.
As pessoas, mesmo do grupo de risco, não estão preparadas para proteção. Se quer entendem a real necessidade de proteção. Como mencionei, pensam apenas em proteção da contaminação e não da evolução.
Existe um mito circulando entre as pessoas de que, quem não se encaixa nos grupos de risco, não tem que se preocupar muito. Como isso interfere negativamente para a proliferação e problematização da estrutura no sistema de saúde?
Ocorre que um indivíduo jovem pode não ser uma POTENCIAL VÍTIMA, mas sem dúvida é um REAL TRAFICANTE ao transportar o vírus de um lado para o outro. Como não tem cura ainda, o máximo que podemos fazer é combater a disseminação, e as pessoas as quais você se referiu na pergunta são os impeditivos para tal ação.
Historicamente o mundo já vivenciou muitas epidemias (que é mais regionalizada) e pandemias (em proporções globais) similares? O que as diferencia do que estamos vivendo agora em sua opinião?
A mídia e o excesso de “fake news”. A gripe espanhola, suína, aviária, o surto de ebola… Todos foram graves e fatais, mas não se tinha notícia em tempo real.
A própria PESTE NEGRA em séculos passados dizimou muitos europeus, mas até a informação cruzar continentes ela, como todas estas viroses são meio que autolimitadas.
Hoje morre um chinês e alguém faz selfie antes mesmo de se ter a autópsia confirmando o diagnóstico e isto se espalha. O curioso é que se um japonês morre às 19h nós ficamos sabendo aqui às 7h, ou seja, devido ao fuso horário ficamos sabendo antes dele morrer “morreu hoje às 19h um portador…. “ E aqui ainda é de manhã…
Vivemos na era dos dados. Informações sobre perfis valem mais que dinheiro. Quando você preenche um cupom para ganhar desconto em qualquer coisa, até mesmo remédio, na verdade está trocando informações sobre você mesmo por dinheiro do desconto. Tem gente má intencionada. Empresas lucram, mercados financeiros, políticas públicas, enfim…. Com esses dados em mãos tudo passa a ser passivo de manipulação, e estes dados podem ser usados por exemplo, para se causar terror, pânico ou alivio… Depende da intenção.
Quanto tempo você imagina que ainda temos pela frente até as coisas começarem a se normalizar? É possível fazer essa análise? Pois estamos num país tropical e a maioria dos casos que antecederam a chegada do vírus no Brasil, estão em países com clima diferente.
Para falar a verdade, penso que temos vantagem frente a China, EUA, Itália…. Porque como eles estão vivenciando isso há 3 meses, já estão buscando uma solução, que em breve virá. Pegamos o trem já em andamento. Por que ninguém fala sobre isso? Será que só eu tive essa percepção? Talvez não interesse acabar com o pânico…. Política? Economia? Não saberia mais o que pensar.
Como as pessoas devem efetivamente proceder? Existe uma preocupação real, ou como alguns ainda dizem por aí, se trata também de um pouco de sensacionalismo? Como equilibrar as emoções e o lado racional num momento como esse?
O fato: precisamos conter a disseminação. Medidas básicas são necessárias, mas ao mesmo tempo negligenciadas. Deixar ou tentar não viver essa paranoia. O assunto é grave, mas não é o fim do mundo.
Vai morrer gente? Sim. Mas a mesma classe de pessoas que morreu nas demais epidemias já vividas pela humanidade.  O grupo de risco já abordado na primeira pergunta.
Reparou que nesta não tem relatos de crianças? Elas são vulneráveis ao contágio, mas não morrem…. Quem morre são os fisiologicamente debilitados, quer pela idade ou por condição clínica.
Dr° Rogério, fale-nos um pouco sobre sua trajetória profissional?
Médico, formado em 1996, na sequencia ingressei na Cardiologia pela Benef. Portuguesa S Paulo, fiz vários cursos de especialização e pós-graduação, participo ativamente das sociedades de cardiologia paulista, brasileira, americana e europeia. Inclusive no final deste mês deveria comparecer a Chicago para um congresso americanos e o mesmo também foi, de maneira sensata, suspenso devido a COVID-19.
Trabalho 90% do tempo em consultório privado e 10% com palestras e aulas.

A área da saúde exige uma constante atualização. É possível equilibrar bem a vida pessoal e a profissional?
Sim, exige atualização. Temos a nosso favor a internet, porque seria impossível sem ela o acesso a tanta atualização. Diz-se que “Medicina é ciência das verdades transitórias”. Fato… O que foi verdade há 5 anos pode não ser mais hoje.
Na vida pessoal, como gosto de ler e me dou relativamente bem com o mundo digital não tenho tido problemas neste equilíbrio. (Acho…)
Além de médico, o Dr° também tem formação em Teologia. Fale-nos um pouco sobre essa outra trajetória?
Fui criado em meio ao Cristianismo e suas doutrinas. Nasci e vivi com estes conceitos, os quais trago até hoje. Não compactuo com quem pensa que a fé é antagônica a ciência. Vejo que com responsabilidade a ciência nos aproxima da fé.
Uma vez me perguntaram, se como médico, eu acreditava em Deus, céu, inferno, concepção virginal, ressurreição de Cristo e tudo o que envolve o Cristianismo. Imagino que talvez você quisesse perguntar isso, mas foi discreta…. Tudo bem, eu repondo.
Creio sim. Acredito nestes conceitos. Acredito pelo fato de não conseguir entender… se eu conseguisse entender não seria necessário acreditar. Simples assim. Minha relação com o Cristianismo é de crença, de fé, ou como queira: de acreditar.
E quais seus hobbies, paixões, interesses pessoais?
São vários… Motocicleta, música, leitura, comida …. Me interesso por tanta coisa que chego a perder o interesse por outras….
Que mensagem o Dr° gostaria de deixar ao público em geral?
No momento: FIQUEM EM CASA !!!!!!!!!!!!!!
extraído: https://revistastatto.com.br/lifestyle/entrevista/entrevista-com-dr-rogerio-m-ruiz/

ANÚNCIO DO BLOG: Mercado TRADER e Opções BINÁRIAS:     https://app.monetizze.com.br/r/AVV8667776

COMO ALAVANCAR SUAS VENDAS COM O MARKETING DE CRM?


Construindo um banco de dados CRM Forte de Marketing!
Marketing de CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) é uma ferramenta poderosa que muitos comerciantes ainda hoje não utilizam, mas pode torná-lo mais competitivo e aumentar seus esforços de marketing e vendas.
Se alguém lhe perguntasse quantos clientes você teve na sua região, você poderia dizer-lhes?
Se lhe pedissem quantas vendas perspectivas, você saberia dizer?
Usando o CRM é importante dividir a sua base de dados de clientes em segmentos ou regiões, porque se você não faz quando você enviar a mensagem de e-mail, todo mundo está indo para obtê-lo e na melhor das hipóteses ele irá resultar em uma baixa resposta e pior vai deixar clientes irritados e tê-los fora de sua lista de discussão. Então, como se construir uma forte base de dados que irá melhorar seus resultados de marketing?
Assista a Qualidade de Dados
Para a base da sua comercialização ser eficaz há necessidade de acesso a dados de boa qualidade.
Você precisa obter o máximo de informações sobre uma empresa ou pessoa que puder. Você pode usar o Google ou do LinkedIn para saber mais sobre uma pessoa. Há outros diretórios de negócios que podem ser úteis.
As informações mínimas que você deve ter é o seu endereço, número de telefone, e-mail e título. Você também pode adicionar os seus interesses. Adicionar a informação que você encontrar no seu banco de dados de CRM.
Manter uma boa base de dados
A fim de manter um banco de dados bom você precisa atualizá-lo regularmente. Isso não deve ser apenas o trabalho do departamento de marketing, mas também deve envolver outros departamentos que acessam as informações.
Eles também terão a oportunidade de atualizar as informações. Por exemplo, um cliente telefona com uma queixa e o cliente deixa um novo número de telefone, eles precisam ser adicionados nessa fase. Isto é como boas bases sólidas são construídas. Parece simples mas funciona.
Ter a capacidade de selecionar
Quando tiver criado dados estruturados, será fácil para você escolher com base em seu grupo-alvo. Você pode selecionar um ou mais grupos-alvo para sua campanha de marketing assertiva.
Por exemplo, talvez você queira executar uma campanha de e-mail que tem como alvo as pessoas com o título de ‘gerente de conta’ e que são atribuídos ao vendedor Fernando.
Você terá acesso ao seu software CRM e selecionará com este critério. Vai levar muito pouco tempo para a lista aparecer na tela. Não há nenhuma necessidade de Excel ou grandes processos complicados.
Se o pessoal entende a importância de preencher o maior número de campos possível, você vai criar um poderoso banco de dados completo de informações do cliente e suas campanhas de marketing vão se tornar mais fortes e mais poderosas.
Mistura de Marketing e Seu CRM
CRM tem sido muito utilizado por muitas empresas. Afinal, ele tem um valor significativo na gestão dos clientes e os dados associados.
Mas o mundo está mudando e assim é a forma como fazemos negócios. O cliente de hoje está a 57 por cento do ciclo de compra antes mesmo de falar com alguém da empresa. Agora mais do que nunca, quando um cliente chega para comprar, o vendedor deve estar lá em todas as etapas.
Quando o software de CRM é usado, ele irá permitir a seus marqueteiros planejar e executar campanhas através de um número de canais do começo ao fim, e em seguida, ele irá permitir que você possa medir a eficácia dessas campanhas.
CRM pode permitir que você construa seu pipeline de vendas através de vários canais e demonstrar em tempo real o impacto do seu investimento em marketing. Fantástico não?
Com a capacidade de agilizar, planejar e executar você pode criar um plano integrado para ajustar seu orçamento e, em seguida, acompanhar e analisar em todos os seus canais. Você vai ser capaz de atingir os seus clientes potenciais através de métodos digitais, e-mail, redes sociais e meios mais tradicionais. Você pode incluir processos e gerenciá-los através de toda a sua equipe de marketing de uma plataforma.
O marketing nunca foi tão fácil.
Agora você pode facilmente projetar a viagem do seu cliente ou prospect, o destinatário está recebendo conteúdo altamente segmentado se é um boletim informativo ou uma oferta especial.
Agora você pode facilmente criar diferentes canais para atingir mercados diferentes. Além disso, você pode fazer seus e-mails interativos para que você possa gravar informações valiosas com base nas ações do destinatário. Esta informação adicional ajuda a afinar mesmo seus mercados-alvo ainda mais.
Você pode facilmente construir o seu pipeline de vendas e seguir os seus clientes potenciais através desse gasoduto. Você pode aumentar o interesse dos clientes potenciais através de campanhas de marketing de múltiplos estágios, que trazem conteúdo personalizado. Com CRM, você pode combinar o seu marketing e funis de vendas.
CRM permite-lhe manter a equipe de vendas no circuito. Você pode facilmente fornecer sua equipe de vendas com acesso ao calendário de marketing para que eles saibam exatamente quais campanhas estão funcionando e o que esperar como resultado.
Uma das ferramentas mais poderosas que você tem disponível é análise de marketing. Agora você pode facilmente medir o ROI e obter uma visão em tempo real da sua eficácia. Estes pontos de vista claros de suas campanhas de marketing significam que você pode mudar rapidamente ou ajustar qualquer campanha com base em seu desempenho.
Marketing é essencial para o sucesso do seu negócio e CRM deve desempenhar um papel importante nas estratégias de marketing de hoje.
Lancei um livro que fala mais a respeito.  Você poderá encontrá-lo em: https://app.monetizze.com.br/checkout/PWB99568

extraído: https://revistastatto.com.br/negocios/empreender/como-alavancar-suas-vendas-com-o-marketing-de-crm/