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domingo, 23 de agosto de 2009

A liberdade de não representar papéis em tempo integral



Assumir os desejos fica mais fácil com o anonimato
Direito de ir e vir ganha força, quando não somos o foco



Imagine ser o centro das atenções. Ser ouvida por todos e receber aplausos e elogios por todo o dia. Sugere algo muito agradável, não é mesmo? Agora pense em uma vida em que você não pode expressar seus reais sentimentos e precise representar um papel 24horas por dia. Não parece uma sensação nada agradável, não é? Foi pensando nesse conflito de sentimentos que alguns artistas plásticos propagam um movimento ao redor do mundo em que passam despercebidos aos olhos do público em fotografias. Com pinturas no corpo, eles se camuflam diante das câmeras e ficam "invisíveis". A ideia é levantar a bola de que ser mais um na multidão é tão legal, ou até melhor, do que ser uma pessoa famosa, que vive no foco dos holofotes.

"Diferente do que as pessoas acreditam, o anonimato sugere uma vida mais tranquila e recheada de benefícios do que quando há o reconhecimento público. Ser o foco das atenções pode ser penoso e complicado para muitas pessoas", explica o psicoterapeuta Chris Allmeida.

De acordo com o especialista, não são apenas os artistas que sofrem com esse problema. "Ser o mais reconhecido no emprego, na turma, no dia a dia, enfim, quando somos o centro das atenções, podemos gerar conflitos de personalidade e até mesmo desenvolver um quadro de depressão, já que entram em conflito aquilo que as pessoas pensam de nós e o nosso autoconhecimento", diz.

Porque queremos ser o centro das atenções
Claro, todos nós queremos ter o talento reconhecido ou simplesmente ser admirado pelos colegas ou pela família. Mas, quando esse desejo passa dos limites e ser o centro das atenções vira praticamente uma regra, pode significar sinal vermelho. "Pessoas que desejam aparecer o tempo todo, sinalizam problemas sérios de autoestima . Quando não nos sentimos bem com nós mesmos, queremos, a todo custo, mostrar os valores que temos, mesmo sem acreditar que eles existam."

Representar um papel
O grande problema de ser a estrela de um ambiente é quando você não está sendo verdadeiro. "Existem pessoas que são reconhecidas pelo jeito sempre espirituoso, por exemplo, mas na realidade, no interior, elas não são tão bem-humoradas assim, então, para não perderem o valor, precisam representar uma coisa que elas não são", explica.

Dessa forma, os problemas aparecem, porque a pessoa percebe que não é reconhecida pelos seus valores reais. "O que adianta gostarem do seu lado engraçado se, na verdade, você não é assim. No fim, você acaba percebendo que não gostam de você, mas do papel que representa", diz.

Imagem social x autoimagem
O psicoterapeuta explica que existem dois tipos de egos: a imagem social e a autoimagem. Mas quando eles entram em conflito, os problemas aparecem. A primeira é o que as pessoas acham de nós, já a segunda é a análise que fazemos de nossos sentimentos e de nossas atitudes. "Viver em conflito com esses sentimentos é uma situação complicada, já que vemos que as pessoas nos admiram e nos atribuem valores que sabemos que são falsos. É como um jogo de mentiras".

Para acabar com esse dilema, o ideal é se empenhar em mostrar quem você realmente é. Assumir quais são os seus reais valores e acabar com a representação é o primeiro passo. "É importante fazer tudo isso sem ter medo de perder o reconhecimento e a admiração", alerta o especialista.

Anônimo e feliz
Mas, será que ser invisível aos olhos das pessoas a sua volta realmente pode ser gratificante. "Uma pessoa que não é o centro das atenções, não precisa focar no comportamento ou na aparência o dia inteiro, por exemplo. O direto de ir e vir, de se comportar do jeito que gosta, de vestir a roupa predileta, enfim, são simples atitudes do dia a dia que podem ser realizadas de uma forma natural, sem se preocupar com a sua imagem e com que as pessoas vão falar. A vida fica mais leve".

sábado, 13 de junho de 2009

AGRADECIMENTOS



POSTAGEM EM AGRADECIMENTO AOS AMIGOS CARIOCAS QUE ME PROPORCIONARAM ESSA PARTICIPAÇÃO:
CARLINHOS DEEJAY®
LÚCIA D´OLIVEIRA
EDGAR VARGAS

terça-feira, 12 de maio de 2009

Sonho de uma noite de verão


"Nos seus sonhos tudo era perfeito, Geovanne Casanova não faria melhor!"
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Você já teve um "sonho de uma noite de verão"?
O meu aconteceu em novembro de 2007 depois de uma baladinha no centro da cidade. Conversa vai, conversa vêm e tudo aconteceu naturalmente. Com um misto de magia, paciência, diversão e muito talento (rsss). O "sonho" não era o primeiro e sabia que não seria o último, mas foi inesquecível...
Poxa... Eu venci meus preconceitos de idade e até de nível social (pois não curtia um tipo "boy" e não é o que mais me atrai), mas o "príncipe" em questão era mais que esse rótulo, garoto zona sul, play-boy e mais novo, era... um menino doce, autêntico, meigo, e muito talentoso! (risos)
Pois é, vivendo e aprendendo... Porque me lembrei disso? Porque estava aqui ouvindo a música do Plebe Rude e veio a frase: "Geovanne Casanova não faria melhor!" Não faria mesmo...
(risos) :)
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*uma palhinha do refrão: "Nos seus sonhos tudo era perfeito, Rodolpho Valentino não faria melhor. Nos seus sonhos tudo era perfeito, Geovanne Casanova não faria melhor!"
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*OBS.: Por que "Sonho de uma noite de verão" em pleno novembro? Vai ver é por causa da temperatura... (rs).

quarta-feira, 8 de abril de 2009


Obrigada Lady Lita!!! http://loucurasdeladylita.blogspot.com




A função da arte não é a de passar por portas abertas, mas é a de abrir as portas fechadas. (Ernst Fisher)

segunda-feira, 2 de março de 2009

Flagrantes da vida real: “Quatro loucas em um conjugado”


Tudo começou quando resolvi me mudar para o apartamento conjugado de uma amiga no bairro do Flamengo. A idéia surgiu quando me vi exausta demais para voltar do Catete, onde fazia faculdade, até Jacarepaguá todos os dias. Enfim, era uma idéia para ganhar mais qualidade de vida.

No início tudo caminhou muito bem, a idéia tinha sido aceita pela dona da casa e pelas 2 amigas que dividiam o ap. Uma das amigas é minha prima, que na época já estava lá há 1 ano com as outras duas. Todas estávamos animadas com a idéia das festas e coisas em comum que desfrutaríamos, e apesar do apartamento ser bem pequeno, nos divertimos muito lá.

Mas nem só de festas, risadas e diversão vivem as mulheres. E tudo começou a ficar maluco quando uma de nós, ou duas de nós (ai ai ai) começou a ficar na famosa “tpm”, hora de ligar o sinal de alerta. (risos)

Imagine você, o que é ser acordado as duas da manhã, por nossa amiga (dona da casa) sempre bem falante, chegando da casa de amigos hiper animada para bater papo. E isso quase sempre acontecia. E como nossa anfitriã tem muitos amigos e é bem animada, sempre queria trazer mais uma amiga para dormir. Ou seja, estávamos sempre fazendo sala.

A faculdade e o trabalho estavam me deixando um pouco cansada, porém a proximidade de dormir por lá ajudava muito. Mas tinha que enfrentar a dinâmica de horários diferentes das outras amigas. A Joana trabalhava na parte da tarde, então sempre estava com pique de papear as 2 da manha com a Julia (dona da casa). Minha prima Melissa dava aulas de informática, num esquema free-lance e eu estava sempre com sono! (rsrsrsrs)

Então começamos a enlouquecer! Eu brigava por umas horas tranqüilas de sono, enquanto a Jô queria ver tv. A Melissa apesar de ser minha prima não queria tomar partido (e estava certa, pois era amiga de todas). Todas que estavam ali pagavam um pequeno aluguel e fazíamos compra. Então as obrigações e direitos eram iguais. Uma loucura! E pra piorar, a dona da casa estava cada vez mais irritada com a situação, pois nos queria por perto, porém num lugar maior. O que não era possível.

Entre brigas, caras feias, reconciliações, todas se salvaram e somos amigas até hoje. Passaram-se 2 anos já e cada uma seguiu seu rumo. E quando olhamos para trás fica uma lembrança engraçada e intensa. Como cabíamos as quatro naquele conjugado maluco? Quatro mulheres, quatro mundos.

Passamos por momentos difíceis também e nos apoiamos muito. Eu fiquei doente fisicamente na época, tive problemas no pulmão. A Joana tinha um problema no rim e estava para fazer uma arriscada cirurgia. A Julia (a dona da casa) faz terapia e toma remédio controlado, porém andava faltando nas sessões; o que a deixava mais agitada. E minha prima estava se aborrecendo com a falta de grana pelo trabalho instável e relacionamentos afetivos insatisfatórios. Enfim, éramos todas muito frágeis e sobreviventes. Na verdade éramos fortes e não sabíamos.

A vida andou e hoje cada uma seguiu seu caminho. Joana fez a cirurgia, se recuperou lentamente e hoje está muito bem. Mora no interior, um lugar bem mais tranqüilo e está mais feliz. Minha prima deu uma guinada de 360 graus. Voltou para a casa dos pais no início. Reencontrou um antigo amor, se casou e hoje tem uma filhinha linda. Eu finalmente terminei a faculdade e estou terminando a pós. Minha saúde está muito melhor e estou com planos de ir para o exterior até o final do ano. A Julia, nossa querida maluca anfitriã, está mais calma e se concentrando mais em cuidar de si mesma. Enfim, o destino sempre encontra uma resposta perfeita para tudo...

Mas hoje quando me lembro de nós, vivendo tudo aquilo, percebo como a vida é incrível! Pois nossa perspectiva sonha, mas o coração nem sempre acredita que se torne realidade. E dou graças à Deus por ter cuidado de nós em tudo. É óbvio que a vida nunca será redonda, mas ela pode sim, se tornar a cada dia um grande milagre!

Obrigada às 3 doidinhas que conviveram com a doidinha aqui, naquele mini-mundo rosa.


Daniela Duarte ou Danny Doo para os amigos
– Diretamente da DOOlãndia


* os nomes de minhas amigas e prima foram trocados para preservar a identidade, porém o meu é real

domingo, 25 de janeiro de 2009

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Escutar é mais que ouvir!

Fui assistir a essa peça no Centro Cultural da Justiça e me arrepiei com o tema. Me arrepiei com a docilidade com que foi tratado... Escutar é mais que ouvir... E percebi, como estamos robotizados...
Beijos, Danny Doo®
*
"Escutar é mais que ouvir. É mais do que estar parada em frente a alguém, dividindo o mesmo metro quadrado. Escuta-se por todas as células do corpo. Escuta-se com as mãos, com os olhos, com a respiração, escuta-se inclusive com os ouvidos... Uma postura escuta, um gesto escuta, a boca escuta. Há que se deixar apagar e se concentrar no outro para vivenciar a plenitude da experiência auditiva, há também que eliminar quaisquer ruídos de interferência - como pensamentos que voam, telefones que tocam, vaidades que afloram, vontades de ir ao banheiro... Muitos dizem que a fala distingue o ser humano dos outros animais. discordo. Saber escutar é o que nos dá humanidade(...)

Carla Faour
*
A ARTE DE ESCUTAR
Centro Cultural Justiça Federal
De Carla Faour. Direção de Henrique Tavares. Com a Cia. Quem São Esses Caras?
Mulher tem o dom de fazer as pessoas confidenciarem segredos...







O VENTO I - Marcelo Santos


Quando te perguntarem por mim,
Diga que sou "O Vento"...
O Vento que entrou pela janela e
Sacudiu a cortina.

O Vento...
Que te acariciou os cabelos,
Beijou tua nuca e
Arrepiou tua pele.

Quando te perguntarem por mim,
Diga apenas que fui... "O Vento".

O Vento que entrou na tua casa,
Bagunçou o teu quarto e
Saiu, batendo a porta...

sábado, 22 de novembro de 2008

About: Vicky Cristina Barcelona


Assisti ao Vicky Cristina Barcelona no Espaço Unibanco em Botafogo na última 5a feira.
É "bem Woody Allen" como disse um amigo meu que encontrei na porta do cinema por acaso. (rsss).
"Bem Woody Allen" quer dizer que apesar de apimentado, o filme não exagera nas cenas eróticas e tem aquela atmosfera única dos filmes dele.
Com paisagens lindas, o filme é engraçado e faz repensar algumas reações automatizadas que geralmente temos sobre vários assuntos.
É interessante que as personagens não são tão previsíveis e se alternam em seus papeis.
Muito legal mesmo. Vale a pena conferir!
Quem viu? O que achou???
Beijos!!!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O QUE É MODA?



ॐ SOU AUTÊNTICO, MODA É PASSAGEIRA

"O comércio mascara a moda. Apresentando-a como modernosa.

Existe algum motivo "óbvio" para a moda sair de moda e voltar com base exclusivamente na opinião do que algumas pessoas consideram vendável?"

Estilo, bom gosto e personalidade revelados na forma de sua vestimenta, transcendem o que alguns centralizadores de opinião querem incutir na mente das pessoas.

A moda escraviza e transforma todos que a consomem num grande gabide em escala industrial.

Poxa, e nisso tudo, a individualidade fica cada vez menos evidente.

Estilo não é necessariamente moda... E VICE VERSA!

BEIJOQUINHAS!!!

DANNY DOO®

REALCE! QUANTO MAIS PURPURINA MELHOR!






















NÃO TENHA MEDO DE MUDANÇAS!!!

quarta-feira, 16 de maio de 2007

RELACIONAMENTO ABERTO - por Danny Doo



RELACIONAMENTO ABERTO


“As índias lésbicas sexagenárias, são menos bizarras que nossa vil sociedade contemporânea”.

Estou lendo 2 livros ao mesmo tempo. Um deles “Lendo Lolita em Teerã” - de Azar Nafisi (esse me foi recomendado por um professor) fala de uma professora que vive em Teerã República Islâmica do Irã e compartilha experiências pessoais com alunas, através de literaturas em sua casa de forma clandestina, pois o regime não permite nenhum tipo de pensamento contrário ao padrão instituído.

O segundo livro (este eu já desejava ler a mais tempo) é: “ O nome da Rosa” de Umberto Eco, um dos mais importantes teóricos da comunicação de massa.

O mais engraçado é que conforme as leituras avançam, fui notando forte semelhança entre os livros.

Violências sexuais, conflitos religiosos e como uma das capas traz escrito: “...o nome da Rosa, uma parábola sangrenta e patética da história da humanidade”.

Isso tudo me pegou de surpresa!

Primeiro porque não fazia idéia que ambas literaturas tratassem de temas tão pesados.
Ambos os títulos me traziam uma idéia tão diferente da expressa no conteúdo.

O que isso tem a ver com o título da crônica “Relacionamento aberto”? Você deve estar se perguntando. A expressão”relacionamento aberto” a princípio parece algo... bonito não?

No livro “lendo Lolita em Teerã”, algo muito inusitado acontece. A professora e suas alunas que secretamente lêem o romance de Nabokov “Lolita”, desconstroem aos poucos a imagem predominante na obra, trazendo à tona questões preocupantes e até similares a realidade em que elas mesmas vivem por baixo dos véus. Pedofilia gerada por pessoas aparentemente “de bem” e vidas de meninas sendo destruídas. E como se não bastasse, o agressor além de abusar sexualmente distorce a realidade ao ponto de romancear o que na realidade se trata de estupro.

Pois é, assunto pesado.

Em “O nome da Rosa” o cenário (esse já ficcional) retrata algo bem similar mas agora tudo é vivido num mosteiro.

Em nossa sociedade ocidental temos vivido um novo conceito de relacionamento. Que ganha visibilidade através dos sites de relacionamento. Onde algumas pessoas divulgam explicitamente que tem um relacionamento aberto, ou melhor: é alguém que já tem um relacionamento (namoro, noivado, ou até casamento) mas que está disponível eventualmente para outros relacionamentos. E isso se estende para o campo real ultrapassando a propaganda virtual. É uma realidade antiga, mas agora escancarada.

Como diria minha avó: “Na minha terra isso tem outro nome”. E é palavrão...

Esses dias, perguntei a um professor (de jornalismo) em que momento podemos dar opinião (em textos). Já que em reportagem geralmente o texto deve ser objetivo e sem a opinião do jornalista. Enfim... Descobri que posso fazê-lo através de crônicas e artigos. Coisa que amo! Deu para notar não é... (risos).

Algumas pessoas publicam o que pensam, mas usam pseudônimos. Eu prefiro que saibam minha posição em relação a algumas coisas, pois além de me conhecerem melhor, não corro tantos riscos de receber propostas que terei de recusar. Outra coisa bacana de saberem que o texto é seu, é que você fica com a consciência mais leve...

Mas não podemos ultrapassar o limite do bom senso e nem do senso de perigo.
Botar o dedo na cara de bandido é pra gente muito confiante, tô fora. Tenho teto de vidro, e não peito de aço...
E a única bala que gosto de ver de perto é jujuba... e da colorida!

É apenas um texto para reflexão...

MINHA INFÂNCIA E O CINEMA! - por Danny Doo




MINHA INFÂNCIA E O CINEMA!


Hoje, domingo 28/05 assisti ao Cinema Paradiso no Cine Sesc da Marques de Abrantes...
Eu havia assistido há muitos anos atrás (era criança ainda) e não me recordava direito. Mas vê-lo aos 28 anos foi sem dúvida uma nova experiência...
Minha paixão pelo cinema começou muito cedo. Meu pai tinha um projetor quando eu tinha 2 anos de idade. Foi meu primeiro contato com a 7a arte! Aos 2 anos ver o Pernalonga em tamanho Max na parede de sua casa, não é pra qualquer um. O equipamento não era caro e meu pai não é cineasta. Mas por algum motivo aquilo marcou a minha vida.


Trabalhei numa produtora de Audiovisual em 2000, mas era recepcionista. Tive pouco contato com produção, mas conheci muito ator, atriz, locutores e diretores. E até auxiliava internamente na busca das coisas mais estranhas e necessárias numa produção. Desde 500 garrafas de cerveja Muller sem rótulo a bujigangas mil! Eu amei a experiência, apesar de não ter tido tanta oportunidade de por a mão na massa de verdade!


Fiz uma oficna de vídeo digital pela Kinnoforum (um órgão importante relacionado ao audivisual) e patrocinado pela Petrobrás.
Mas voltando ao Cinema Paradiso, senti muita emoção ao vivenciar coisas similares em minha vida! A paixão de infância do garotinho e sua persistência! Apesar de eu não estar estudando cinema (e sim jornalismo), gosto muito de comunicação social e meu plano futuro é me especializar em roteiros e quem sabe um dia... produção!


Sonha Dannyzinha... Sonha!!! Sonhar faz bem! E é de graça não é mesmo???


Estou de olho num tal curso de teatro aqui pertinho de casa (no Catete), me disseram que em um ano se tira o tal D.R.T. profissional.
Pois é... Estou tentando trilhar por um caminho lento e persistente. Com focos bem definidos. A Cora-Coralina começou a escrever e ficar famosa aos... 60 anos??? CARACA!!! Fou um tempo de maturação para atingir o êxito! Acredito nisso! Precisamos ir amadurecendo aos poucos e "tuudoo" é uma questão de tempo...


Se tiver que ser, será! E quem tem coragem de duvidar???
Se Deus permitir, não só viverei como atingirei meu sonho!!! E tenho outros sonhos possíveis também, mas esses já no campo pessoal. Talvez mais complicados... (risos)


Esses dias assistindo uma peça de teatro sobre o João do Vale (compositor famoso maranhense), ouvi uma música sobre o Carcará, um pássaro meio águia e meio urubu (?):
"Carcará, cata, mata e come! Carcará, não vai morrer de fome! Carcará: mais coragem do que homem!!! Obstinado esse Carcará hein... Gostei!!!!
Paradiso... Paraíso em italiano! Através do cinema experimentamos todo tipo de emoção, sem ao menos precisar vivê-las... Que será? covardia ou válvula de escape??

Entretenimento ou Paixão??? Seria um pouco disso tudo...
Uma vida é pouco! No cinema podemos experimentar, mudar, começar tuudo de novo. E consertar as coisas de um jeito diferente... Sem dúvida uma ilusão! Mas é uma ótima forma de expressar sentimentos, pensamentos e vivenciar emoção!


Forte abraço,
Danny Doo

O 4º poder - por Danny Doo



O 4º poder, criado de uma genuína necessidade de fiscalização dos outros três que o antecedem, a saber: executivo, legislativo e judiciário; agora coloca em xeque sua legitimidade. Mais especificamente, o jornalismo, têm manchado seu papel de defesa e informação ao cidadão comum, nas águas não tão nobres da publicidade. Verdade seja dita, jornalistas e publicitários já travaram boas brigas no passado, em nome da moral ética (jornalistas) versus, a necessidade de bancar as contas do veículo (publicidade) por meio de seus anunciantes.

Mas o que era mera briga pontual, passou de algo visível para um campo bem mais perigoso e velado; onde uma revista muito conhecida e lida ataca constantemente o atual governo e sempre “dá capa” (desfavorável ao mesmo) não mais em nome da notícia, verdade ou coisa do tipo; mas por algo talvez inacessível ao cidadão comum, o real motivo (divulgam vozes do meio jornalístico em “off”) se tratar de uma briga judicial, entre os principais anunciantes deste veículo e o governo (receita federal etc). Ou seja, produz-se em série, várias reportagens que são lidas e tidas como confiáveis, por um veículo (revista) de tão grande visibilidade nacional. Mensagens viciadas e altamente tendenciosas, fazendo um alarde e formando opinião, não mais em nome daquilo que o jornalismo se propõe a fazer, mas por uma questão de interesses econômicos e privados. Quebrou-se a linha que separava uma coisa da outra. E a ética vai para o espaço.

Mas ainda assim, temos alguns representantes da classe que não se dobram a essa realidade tão penosa. Jornalistas sérios que mesmo trabalhando no meio onde essa prática é notória, ainda assim fazem a diferença. São éticos e produzem textos diferenciados de caráter sério e informativo, e não tendenciosos, dando ao leitor o direito de concluir por si o que melhor lhe aprouver. Inclusive com versões variadas de uma mesma “história”.

É muito bom verificar através de jornais diversos (porém raros) e algumas revistas, uma mesma notícia sendo escrita de forma mais ética e profissional.

“Veja” bem o que você anda lendo. (rsrsrs)


por DannyDoo