quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020



Precificação Estratégica se trata de um eBOOK - Livro digital! 
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PRECIFICAÇÃO CONVENCIONAL E PRECIFICAÇÃO ESTRATÉGICA, REAGIR ÀS CONDIÇÕES DO MERCADO OU GERENCIÁ-LAS DE MANEIRA PROATIVA.
*Bibliografia consultada para a elaboração do eBook: Kotler, Nagle, Cogan, Morris dentre outros.


quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Julgue menos, ajude mais!

"Um homem foi à igreja.
Ele esqueceu de silenciar o telefone que acabou tocando acidentalmente durante a oração.
O líder o repreendeu veementemente por isso.
Os membros falaram sobre o quanto interromper a reverência foi inapropriado.
Sua esposa continuou a repreendê-lo durante o retorno para casa, por conta do seu descuido no culto.
Quem olhasse para ele, perceberia a vergonha, o embaraço e a humilhação que ele sentia.
Depois disso, infelizmente, ele não voltou à igreja.
E, naquele mesmo dia, ele decidiu ir a um bar.
Ainda estava bem chateado.
Por conta disso acabou derrubando o copo de bebida sobre a mesa em que estava.
O garçom limpou a mesa e ofereceu guardanapos para que ele se limpasse.
Outro funcionário veio e limpou o chão.
A gerente lhe ofereceu outro drink e deu-lhe um abraço amigável, dizendo:
- Não esquenta não... quem nunca cometeu erros?
Desde então ele é cliente assíduo do estabelecimento.
Algumas vezes nossa atitude afasta as pessoas, e isso independe da nossa crença.
Você pode fazer toda a diferença na vida de alguém, especialmente quando esse alguém comete erros."
Reflita!!
(extraído)

sexta-feira, 31 de maio de 2019

O homem na arena - Theodore Roosevelt



O HOMEM NA ARENA - Discurso de Theodore Roosevelt na Sorbonne Paris, França, 23 de Abril de 1910

"Não é o crítico que conta; Não o homem que aponta como o homem forte tropeça, ou onde o fazedor de acções poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está realmente na arena, cuja face está manchada pela poeira e suor e sangue; Que se esforça valentemente; Que erra, que “quase chega lá” repetidamente, porque não há nenhum esforço sem erro ou falha;

Mas quem realmente se esforça para fazer as obras; Que conhece grande entusiasmo, e grande devoção; Que se consome numa causa digna; Que, no melhor dos casos, conhece no final o triunfo da alta realização e que, no pior dos casos, se falhar, pelo menos falhará tendo ousado muito, de modo a que o seu lugar nunca estará com aquelas almas frias e tímidas que não conhecem a vitória ou a derrota."

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Old lady - Senhora de idade

"Ela fez muitos compromissos difíceis de assumir. Ela tentou driblar o tempo sustentando uma mini saia e atitude juvenil.

Ela não aceitou as normas sociais embarcando em casamentos, ligações maternais ou coisas do lar. Ela secretamente esperava o príncipe, ou o lobo mal humorado e de caráter que nunca existiu...

Agora ela se encontra numa casa que não é dela, rodeada de velhotas cansadas e pessoas vestidas de branco a cuidar dos residentes.

Mas como assim? Onde fui parar pensa ela por mais um dia.  Onde está minha antiga casa, família de nascimento e sonhos?

Onde está todo o tempo que eu pensava ter? Entre sorrisos, baladas, poses em fotografias... Tudo ficou para trás.

Como num lapso do tempo, ela foi tragada por um ciclone ou máquina do tempo. Tudo virou memória. E agora?

Quem são essas pessoas que me rodeiam? Que me visitam? Vagamente me trazem algum conforto lógico.

Gostaria mesmo era de voltar no tempo, e ter tempo de arriscar, vencer o medo e cair de cabeça em algum relacionamento mais sério e comprometer minha vida autônoma. Mas agora... Só me resta esse chá com torradas aqui na sala de tv."

*visitando casas de repouso, mistura de ficção, realidade e reflexões

Daniela Duarte da Silva

domingo, 7 de abril de 2019

Prova de fogo das Relações

Você já parou para pensar, que as relações de antigamente eram mais duradouras?

Em sua grande maioria, o casal "comia um kilo de sal" juntos! Hoje porém, com algumas mudanças culturais, temos relacionamentos mais facilitados (ao invés de irem morar a sós e bancar as contas mesmo num lugar mais simples) buscam soluções mais confortáveis no curto prazo, porém mais perigosas no longo.

Como sabemos, hoje no Brasil há uma explosão da geração canguru. Pessoas que embora já mais velhas ainda permanecem na casa dos pais. Muitos justificam suas escolhas referindo a facilidade financeira e etc.

Nos EUA, a cultura vai na contramão, pessoas muito jovens saem de casa em busca de experiências e vivências para depois escolherem o que querem de fato. São dois opostos enormes sem dúvida. Será que um jovem de 17 já tem maturidade para tal?

No que se refere a relacionamento de casal, vemos ao longo de histórias na mídia ou familiares, que a facilitação das condições produzem relações mais frágeis quando vier a tempestade.  E muitas não sobrevivem a elas, justamente porque foram calcadas em bases mais brandas e não é questão de opinião, são variáveis quase matemáticas.

A grande pergunta é: o que queremos no longo prazo? Uma parceria realmente sólida ou aparente? Não há problema algum em optar pela segunda, desde que se assuma o risco conscientemente e não jogue a culpa no acaso depois.

Mas se quiser algo sólido e com liberdade real de suas escolhas, pague o preço.  A vida não dá garantias... Mas...  Poderá  valer a pena!!!

Daniela Duarte da Silva

sábado, 23 de março de 2019

Barragens, chuvas e desastres administrativos!


Seria coincidência que durante a crise financeira que se abateu pelo nosso país nos últimos anos, tantas áreas de infra-estrutura deixaram de ter a devida manutenção?
Barragens que se rompem desde Mariana, pontes e viadutos que estão por um fio a sofrer desastres, rios e bocas de lobo que nunca mais tiveram a devida manutenção e por conta disso, quando chove o volume de água e alagamentos estão subindo catastroficamente?

Seriam os sinais dos fins dos tempos? Ou a roubalheira generalizada, falta de escrúpulos e desvios de dinheiro criaram uma espécie de cenário apocalíptico?

Temos acompanhado na mídia televisiva, "desastres ambientais", obras de ciclovias como no Rio de Janeiro, onde se investiu milhões, em contrapartida não terem qualidade e segurança alguma. O aumento da criminalidade e falta de recursos na saúde e redução de investimento em educação, isso tudo em meio a "crise financeira" de nosso país, seria mesmo algo não previsto?

Como cidadãos inteligentes, conscientes de nosso papel transformador, devemos avaliar e não engolir tudo que se publica em jornais e mídia televisiva, como se tudo fosse uma grande obra do acaso.

Se informe, analise os fatos, exija melhorias. As sub-prefeituras não fazem manutenção na sua área a quanto tempo? Os rios e córregos transbordando e fazendo pessoas perderem tudo. Independente no nível econômico, os alagamentos estão ocorrendo em diversas áreas que antes não ocorriam há décadas. Em diversas cidades, nem a manutenção da vegetação está sendo feita.

Cidadania é exercer seu poder de exigir mesmo a manutenção mais básica dessas áreas próximas a você!

Você tem feito seu papel? Ou continua mero expectador de desastres?
Mudemos nossa atitude, ou o cenário nos mudará.


Daniela Duarte da Silva
Jornalista - MTB 29932 RJ



sábado, 1 de julho de 2017

A 2a Flecha



A segunda flecha (by Philip Perry)

Uma separação ou divórcio, a morte de um ente querido, o diagnóstico de uma doença grave ou perdendo seu emprego, todas essas crises podem causar um tremendo sofrimento. A forma como lidamos com essas coisas é importante. Vamos mostrar compaixão ou ruminar sobre o fato de que isso não deveria acontecer?

Na parábola da flecha, às vezes chamada de seta, você se imagina caminhando por uma floresta. De repente, você é atingido por uma flecha. Isso causa grande dor. Você pode evitar o segundo ataque? Essa é a flecha da reação emocional. Se esquivar do segundo ataque escolhendo conscientemente a contemplação. Isso o ajudará a evitar muitos sofrimentos.

Alan Watts era um famoso filósofo do século XX que elucidou muitas das diferenças entre o pensamento oriental e ocidental. Watts disse que em sânscrito, nirvana significa "vento". Na meditação, é a respiração que muitas vezes se concentra. É através desta prática, particularmente quando expiramos, que a palavra é evocada.

Em outras palavras, a concentração está nesta fase da respiração, onde a pessoa deve se deixar ir. Você solta o seu vento e ele volta para você. Mas se você prender a respiração, você vai lutar. Portanto, o nirvana não é um domínio espiritual. É simplesmente o ato de se deixar ir, quando nossa reação natural pode ser sentir ansiedade e aderência ainda mais forte ao problema que estamos vivendo.

Nirvana não é o paraíso, é o ato de viver a vida sem anseio e sem se manter exigente demais para com as nossas próprias expectativas. Não é que os budistas controlem totalmente suas emoções. Os praticantes têm sentimentos e pensamentos, mas não se apegam a eles. É esse apego que causa sofrimento nesta visão. Em vez disso, eles tentam não se encontrar muito apegados.

Na vida, quase nunca consideramos coisas terríveis que nos acontecem. Sabemos que podemos adoecer mais cedo ou mais tarde, falharemos, que as pessoas que gostamos mais cedo ou mais tarde irão morrer e que todos nos morreremos um dia. Mas qualquer evento desse tipo é uma noção abstrata, até que algo ruim aconteça. Então, somos derrubados. Torna-se real e estamos devastados.

Não podemos acreditar que tínhamos sido tão desafortunados. Ou talvez, pensemos que é completamente injusto e procuramos quem é o responsável. Essa é a segunda flecha, exacerbando o problema. Parte disso vem do fato de que a verdade não se encaixa com nossas expectativas preconcebidas.

Depois de contar a parábola das 2 flechas, Buda disse: "Na vida, nem sempre podemos controlar a primeira flecha. No entanto, a segunda seta é a nossa reação a primeira. E com esta segunda flecha vem a possibilidade de escolha.
Isso geralmente é resumido como: "A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional" . As formas como reagimos são reclamando, apontando o dedo, condenando-nos ou analisando demais.

Às vezes, buscamos refúgio em prazeres ou distrações. Considere aqueles que se afogam na televisão, comida, sexo, drogas ou álcool, quando ocorre algo doloroso. Infelizmente, nenhum desses caminhos oferece conforto duradouro e no final, geralmente piora as coisas.

Buda disse: "Nos apegamos a diversões, ao invés de observar o que realmente está presente, o surgimento e a passagem de sentimentos". Então, em vez de se afastar das emoções, volte-se para elas. Como você realmente se sente sobre a situação? Existem emoções motivadoras de como você está se reconhecendo ou sente e se assim for, que nova consciência advém do reconhecimento?


extraído