sábado, 9 de maio de 2009


ESCREVENDO E VIVENDO...


"Escrevemos nossa história com cada sorriso, com todas as lágrimas. Como num sussurro delirante de fantasias e loucuras que deixa a vaidade em abraços, bocejos e olhares. Despertando enorme desejo em cada palavra, fotografia, ponto ou vírgula. Um parágrafo para o ponto final. E para todo fim, uma nova frase, numa nova fase."

(anônimo)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Monólogos de um divã

Cuidado com a CUCA, que a CUCA te pega! rssss
Nós pobres mortais, vivemos ansiosos de um lado pra outro. Atrás de trabalho, estudo, reciclagem disso, melhorias daquilo. Cuidamos do corpo (ou pensamos que cuidamos) e da mente muito pouco. Viajamos pra relaxar e é uma delícia, mas é só cair na rotina que a viagem ficou para trás.
Nosso modo de vida nesse "mundo moderno" nos faz escravos de nós mesmos. Até que nosso lado cognitivo nos deixa na mão. E pensamos, poxa logo agora que ia tudo tão... tão.. tão... mais ou menos! (risos)
Vai ver que é justamente por isso que nossa mente nos deixa na mão. Nos acostumamos a viver "mais ou menos bem".
A CUCA (não aquela do Sítio do Pica-pau amarelo, mas nossa saúde mental) deveria ser nosso principal patrimônio. Porque é ela que nos fará trilhar por caminhos, ou nos deixará na mão.
Danny Doo® - diretamente da Doolãndia e cuidando mais da CUCA! (risos)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Especial MARCELO TAS! Vale a pena!

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CQC pergunta: gênio ou psicopata?






"Xoxota, essa desconhecida"



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terça-feira, 28 de abril de 2009

Souvenirs CARIOCAS!!!


Eu e o artista chileno que simplesmente transformou uma simples escadaria na Famosa ESCADARIA DA LAPA! Salve SELARÓN!
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VITÓRIA FLAMENGUISTA (DÁ-LHE MENGÃO!!!)

por DEF YURI! "Vai vendo..."
*(para ver o vídeo deligue a música do blog na barra lateral)


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Fazendo "o avestruz"


Tem gente que foge dos problemas ao invés de encará-los.
E pior, as vezes a responsabilidade maior é justamente dessa pessoa que se faz de avestruz...
Mas a vida cedo ou tarde vai cobrar a responsabilidade de quem se calou, se acovardou, ou fez vistas grossas.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

O Coelho e o Cahorro... As aparências enganam!


Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o pai. O homem comprou um pastor alemão. Papo de vizinho:

- Ah… Mas ele vai comer o meu coelho

- De jeito nenhum. Imagina! O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Problema nenhum.

E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.

As crianças, felizes. Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho.

Isso na sexta-feira. No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha.

Pasmo, trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, é claro, morto. Quase mataram o cachorro.

- Ah… O vizinho estava certo. E agora!? E agora eu é que quero ver! A primeira providência foi bater no cachorro, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso.

Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O cachorro rosnando lá fora, lambendo as pancadas.

- Ah.. Já pensaram como vão ficar as crianças?
- Cala a boca!

Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível.

- Ah… Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e o colocamos na casinha dele no quintal.

Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.

E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho cardíaco. Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam o alarido e os gritos das crianças.

- Descobriram!

Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta.
Branco, lívido, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

- Ah… O que foi? Que cara é essa?
- O coelho… O coelho… c..
- O que tem o coelho ?
- Morreu !

Todos:
- Ah… Morreu?
- Ainda hoje à tarde parecia tão bem…
- Morreu na Sexta-feira !
- Na Sexta?
- Foi. Antes de a gente viajar as crianças enterraram ele no fundo do quintal!

A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Nem ninguém sabe. Mas o personagem que mais cativa nesta história toda, o protagonista da história, é o cachorro.

Imagine o pobre do cachorro que, desde sexta-feira, procurava em vão pelo amigo de infância, o coelho. Depois de muito farejar descobre o corpo, morto, enterrado. O que faz ele ?

Provavelmente com o coração partido, desenterra o pobrezinho e vai mostrar para os seus donos. Provavelmente estivesse até chorando, quando começou a levar pancada de tudo quanto é lado.

O cachorro é o herói. O bandido é o dono do cachorro. O ser humano. Sim, nós mesmos, que não pensamos duas vezes. Para nós o cachorro é o irracional, o assassino confesso.

E o homem continua achando que um banho, um secador de cabelos e um perfume disfarçam a hipocrisia, o animal desconfiado que tem dentro de nós.

Julgamos os outros pela aparência, mesmo que tenhamos que deixar esta aparência como melhor nos convier. Maquiada.

Coitado do cachorro. Coitado do dono do cachorro.
Coitado de nós, animais racionais.

(Autor Desconhecido)

quarta-feira, 15 de abril de 2009



"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora
a comprar bens caros, casas e tecnologia,
fazendo-os dever cada vez mais,
até que se torne insuportável.
O débito não pago levará os bancos à falência
e terão que ser nacionalizados pelo Estado"

(Karl Marx, em 1867)

quarta-feira, 8 de abril de 2009


Obrigada Lady Lita!!! http://loucurasdeladylita.blogspot.com




A função da arte não é a de passar por portas abertas, mas é a de abrir as portas fechadas. (Ernst Fisher)