segunda-feira, 2 de março de 2009

Flagrantes da vida real: “Quatro loucas em um conjugado”


Tudo começou quando resolvi me mudar para o apartamento conjugado de uma amiga no bairro do Flamengo. A idéia surgiu quando me vi exausta demais para voltar do Catete, onde fazia faculdade, até Jacarepaguá todos os dias. Enfim, era uma idéia para ganhar mais qualidade de vida.

No início tudo caminhou muito bem, a idéia tinha sido aceita pela dona da casa e pelas 2 amigas que dividiam o ap. Uma das amigas é minha prima, que na época já estava lá há 1 ano com as outras duas. Todas estávamos animadas com a idéia das festas e coisas em comum que desfrutaríamos, e apesar do apartamento ser bem pequeno, nos divertimos muito lá.

Mas nem só de festas, risadas e diversão vivem as mulheres. E tudo começou a ficar maluco quando uma de nós, ou duas de nós (ai ai ai) começou a ficar na famosa “tpm”, hora de ligar o sinal de alerta. (risos)

Imagine você, o que é ser acordado as duas da manhã, por nossa amiga (dona da casa) sempre bem falante, chegando da casa de amigos hiper animada para bater papo. E isso quase sempre acontecia. E como nossa anfitriã tem muitos amigos e é bem animada, sempre queria trazer mais uma amiga para dormir. Ou seja, estávamos sempre fazendo sala.

A faculdade e o trabalho estavam me deixando um pouco cansada, porém a proximidade de dormir por lá ajudava muito. Mas tinha que enfrentar a dinâmica de horários diferentes das outras amigas. A Joana trabalhava na parte da tarde, então sempre estava com pique de papear as 2 da manha com a Julia (dona da casa). Minha prima Melissa dava aulas de informática, num esquema free-lance e eu estava sempre com sono! (rsrsrsrs)

Então começamos a enlouquecer! Eu brigava por umas horas tranqüilas de sono, enquanto a Jô queria ver tv. A Melissa apesar de ser minha prima não queria tomar partido (e estava certa, pois era amiga de todas). Todas que estavam ali pagavam um pequeno aluguel e fazíamos compra. Então as obrigações e direitos eram iguais. Uma loucura! E pra piorar, a dona da casa estava cada vez mais irritada com a situação, pois nos queria por perto, porém num lugar maior. O que não era possível.

Entre brigas, caras feias, reconciliações, todas se salvaram e somos amigas até hoje. Passaram-se 2 anos já e cada uma seguiu seu rumo. E quando olhamos para trás fica uma lembrança engraçada e intensa. Como cabíamos as quatro naquele conjugado maluco? Quatro mulheres, quatro mundos.

Passamos por momentos difíceis também e nos apoiamos muito. Eu fiquei doente fisicamente na época, tive problemas no pulmão. A Joana tinha um problema no rim e estava para fazer uma arriscada cirurgia. A Julia (a dona da casa) faz terapia e toma remédio controlado, porém andava faltando nas sessões; o que a deixava mais agitada. E minha prima estava se aborrecendo com a falta de grana pelo trabalho instável e relacionamentos afetivos insatisfatórios. Enfim, éramos todas muito frágeis e sobreviventes. Na verdade éramos fortes e não sabíamos.

A vida andou e hoje cada uma seguiu seu caminho. Joana fez a cirurgia, se recuperou lentamente e hoje está muito bem. Mora no interior, um lugar bem mais tranqüilo e está mais feliz. Minha prima deu uma guinada de 360 graus. Voltou para a casa dos pais no início. Reencontrou um antigo amor, se casou e hoje tem uma filhinha linda. Eu finalmente terminei a faculdade e estou terminando a pós. Minha saúde está muito melhor e estou com planos de ir para o exterior até o final do ano. A Julia, nossa querida maluca anfitriã, está mais calma e se concentrando mais em cuidar de si mesma. Enfim, o destino sempre encontra uma resposta perfeita para tudo...

Mas hoje quando me lembro de nós, vivendo tudo aquilo, percebo como a vida é incrível! Pois nossa perspectiva sonha, mas o coração nem sempre acredita que se torne realidade. E dou graças à Deus por ter cuidado de nós em tudo. É óbvio que a vida nunca será redonda, mas ela pode sim, se tornar a cada dia um grande milagre!

Obrigada às 3 doidinhas que conviveram com a doidinha aqui, naquele mini-mundo rosa.


Daniela Duarte ou Danny Doo para os amigos
– Diretamente da DOOlãndia


* os nomes de minhas amigas e prima foram trocados para preservar a identidade, porém o meu é real

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009


Um dia "eu quis ser uma estrela", como um "Narciso". Sem "maquiagem', dando "o melhor de mim", andando nos meus próprios "trilhos". Mesmo sendo um "passarinho aprendiz" e acreditando que a felicidade é "pseudo, voava até o "pôr-do-sol" buscando "o poema que eu não fiz".

Talvez ele estivesse naquele conjunto de "quadros na parede". Ficava olhando "da minha janela", a "lua de todos' os "homens' e sentia "medo" que aquele "sonho" se transformasse em uma "liberdade triste", fazendo de mim um "Ícaro moderno".

Felizmente, muitas vezes naqueles "quartos de pensão", eu ouvia "o som de Deus" me dizendo: Tire esse “cuidado, frágil” do coração, "ainda resta uma esperança". Então eu pegava uma "folha branca" qualquer e renascia como "Fênix", tão brilhante que as pessoas perguntavam: "Que luz é essa"? "Quem é você"? Eu respondia: Eu sou o que sou. Nem "alienado, nem alienígena". Sou o que ando, o que falo, o que penso. Sem deficiências ou excessos. Sou o que sou na minha própria medida.

Talvez um anjo sem rosto, mas não sem alma. Às vezes era o palhaço que chorou no meio da cena. Por isso, quando estava chorando podia estar sorrindo por dentro. E às vezes se estava gargalhando, podia estar chorando também.

Às vezes fui aquela flor que morreu naquele "amor de primavera", mas ainda não era o meu "último conto de fadas", porque "eu era diferente", apaguei do meu "pensamento" aquele "dia em que eu não quis sair de casa" e voltei "àquela rua", porque graças à minha "retórica", fui "forte" e hoje só penso em brindar com "champanhe"... o meu "sonho das estrelas".




De Carlos Soares - Poeta e escritor : http://gvpoeta.blogspot.com/

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Não consigo parar de ler...



Comecei a ler o livro do Augusto Cury "Revolucione sua Qualidade de Vida" e não desgrudo dele! Nele o psiquiatra, cientista e escritor, desvenda o funcionamento de nossa mente, dando pistas de como ser mais ativo no palco regido por nossas emoções e memória. Aliás, o livro é fascinante e dá indícios de que nossa "memória" na verdade é uma reedição do passado. E não seu registro como costumamos pensar.

Olha, vale a pena dar uma lidinha! (rsss)

Beijocas!!!

ps.: Editora Sextante




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Saudades de amigos que se foram




Ultimamente tenho sentido muita falta, saudades, sei lá como dizer o sentimento...
Saudades de amigos que se foram.

Um episódio recentente, a perda de um amigo, me fez relembrar de outros queridos que partiram.
É uma saudade triste, achei que já tinha passado mas não...

É uma dor sofrida no peito. Não é bonito, talvez um pouco egoista de minha parte.
Ou talvez seja só saudade...

Dedico esse textinho ( e homenagem) aos amados e saudosos: Georgia Mattos, Débinha, Ricardinho (Pampa Grill), vó Maria, vô João, João Paulo (Metodista), Igor Paulles Pacheco, Marciel Rodrigues, Dinha (Catete) e Roberto Carlos (pós).

Que o Senhor conforte cada coração que ainda sente uma pontinha de dor pela falta deixada.


Danny

Beca para el: 6°Taller de Periodismo Científico Jack F. Ealy







La postulación esta abierta a periodistas que aborden temas científicos, medio ambiente y salud pública en la prensa escrita, radio y televisión. Adicionalmente, los mejores trabajos en cada categoría recibirán un premio en efectivo. El taller se llevará a cabo los días 7 al 16 de julio del 2009.

El sitio: http://www.iamericas.org/emails/ealy09/ealy_beca09.html

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais o saber…

Sexta-Feira, Dezembro 26, 2008 in Martha Medeiros

A ELEGÂNCIA NO COMPORTAMENTO
Martha Medeiros

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres ou dizer um simples obrigado.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas… quando não há nenhum fotógrafo por perto.

É possível vê-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam….

Nas pessoas que escutam mais do que falam….
E quando falam, passam longe da fofoca e das maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas…

Oferecer flores é sempre elegante…

É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais o saber…

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro….
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…

Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante…

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.


BEM-VINDOS à DOOLÃNDIA!...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

STEVE JOBS - MENSAGEM INDISPENSÁVEL!

ATENÇÃO: ANTES DE INICIAR O VÍDEO, DESLIGUE A MÚSICA DO BLOG NO FINAL DA PÁG.



VÍDEO PARTE 1



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VÍDEO - PARTE 2