quarta-feira, 22 de junho de 2011


Em busca de identidade

Muitas pessoas se desfiguram para obter êxito. Outros renegam suas origens e criam uma falsa ilusão de terem surgido de um lugar, uma origem, uma família completamente oposta a que realmente tiveram...

Outros criam uma realidade que só existe em sua mente, idealizando seu mundo, sua própria existência como algo além do que é. Ilusionistas e iludidos de sua própria idealização.

E existe outro grupo, que sabe exatamente qual seu lugar no mundo e mesmo assim almeja melhorar seu interior, suas relações com o próximo, independente da existência ou ausência de laços sanguíneos, entendem que somos na verdade parte de uma grande família global.

Bom mesmo é reconhecer seus valores benéficos e os responsáveis por eles ao longo de nossa existência. Todos nós já possuímos inúmeros mestres, para o bem ou mal, eu prefiro ficar com os mestres do bem, da boa orientação, correção carinhosa, ou um simples exemplo de vida de dedicação ao próximo sem manipulações apenas almejando o bem!

Temos chances de ao longo de nossa jornada terrestre, aprender novas maneiras de pensar, repensar alguns valores e ações. Curioso pensar que os mestres mais marcantes são os mais singelos... Sutis, gentis até para nos orientar e corrigir... E assim nos moldar sem imposições, apenas dando belos exemplos de humildade e gentileza no lidar até com os discípulos mais rebeldes.

Agradeço a cada um que tive e tenho. Interessante perceber que alguns que eu pensava serem mestres ainda são meninos... E outros que eu na minha estupidez e falta de lucidez, imaginava serem meros coadjuvantes, foram e são até hoje, meus melhores orientadores!!!!!!!!!!

Aos mestres com carinho... E nem preciso dizer, mas digo, Jesus é sem dúvida o Mestre dos Mestres!

Danny Doo – diretamente da Doolãndia*

sábado, 19 de março de 2011

Os injustiçados, mundo afora, esperam a chegada da cavalaria. E a cavalaria, bem ou mal, somos nós

CONTARDO CALLIGARIS

Intervir ou não



Os injustiçados, mundo afora, esperam a chegada da cavalaria. E a cavalaria, bem ou mal, somos nós


NA FOLHA de 6 de março, um médico líbio, Mohammed Ahmad, entrevistado pelo correspondente Marcelo Ninio, desabafa: "É um massacre, estão atingindo civis, estão nos atacando de todas as direções. Por que a comunidade internacional não intervém?".
A Líbia é apenas um exemplo. A cada dia, junto com as notícias, chega até nós o grito dos que estão sendo perseguidos e exterminados, dos que apodrecem nas masmorras, dos que, indefesos diante de poderes abusivos e absolutos, estão sendo pisados, escravizados, torturados. Eles colocam sua última esperança na improvável chegada da cavalaria. E a cavalaria com a qual eles sonham, bem ou mal, somos nós -somos também nós.
Vamos brincar de Pôncio Pilatos? Ou vamos à luta pelos injustiçados que moram longe de nossa rua, de nosso país e de nossa cultura? E, nesse caso, quais injustiçados escolheremos?
Por temperamento, sou intervencionista -embora muito menos hoje do que no passado, talvez por confiar menos na minha força física. De qualquer forma, se vejo uma briga, tendo a me meter -para afastar os que estão brigando e também para tomar partido. Mas tomo partido como?
Admito que, na maioria das vezes em que decidi me meter, eu realmente não tinha como saber de que lado estava a razão. Por isso mesmo, os supostos "nobres" motivos de minha escolha permanecem sob suspeita. Por exemplo, escolhi o lado do mais fraco: é uma opção generosa, mas quem garante que o mais fraco tinha razão? E se, de fato, eu tivesse escolhido o lado dos que mais se pareciam comigo, como se a razão só pudesse estar com alguém que tivesse a minha cara?
A dificuldade de intervir decorre de contradições que são inseparáveis do próprio espírito da modernidade ocidental.
a) Acreditamos na universalidade da espécie humana; para nós, ser "homem" é mais importante do que pertencer a uma nação ou a uma etnia. Em tese, o que acontece na Líbia ou em Ruanda nos é próximo e nos concerne tanto quanto o que acontece no quintal de casa -portanto, interviremos, não é?
b) Certo, interviremos e pesaremos na balança em nome de nossos valores. Apoiaremos quem quer democracia e escutaremos o grito da mulher que tenta fugir de sua tribo porque não quer que seu sexo seja mutilado ou da adúltera que será apedrejada.
Mas o fato é que a defesa dos valores nos quais acreditamos será hesitante e, de uma certa forma, culpada pelo seguinte sofisma: se todos, por diferentes que sejam de nós, são tão homens quanto a gente, qual seria o mérito especial de nossos valores, salvo o mérito (duvidoso) de eles serem os nossos?
c) Desde o começo da modernidade, acreditamos também que o que acontece no mundo não é efeito da vontade divina, mas da ação dos homens. Por exemplo, não somos dominados pela Providência, mas pela vontade de tiranos contra quem podemos, portanto, nos rebelar.
Há uma contrapartida: assim que a razão moderna reconhece que tudo vem dos atos e das intenções dos indivíduos, ela se torna desconfiada e paranoica. Em suma, a notícia boa é que podemos modificar o curso da história, a notícia ruim é que somos sempre suspeitos de modificá-lo pelas piores razões.
Somos condenados a uma alternativa entre duas posições igualmente incômodas. Quem não intervém é um covarde que renega sua humanidade e deixa os indefesos sem defesa e os injustiçados sem justiça.
Quem intervém é provavelmente um aproveitador que, sob o manto de uma certa grandeza moral, está promovendo interesses escusos ou, no mínimo, impondo ao mundo seus valores particulares. Algumas consequências disso? Aqui vai.
Desde o sítio de Sarajevo, em 1992, até o massacre de Srebrenica em 1995, a imprensa ocidental denunciou a covardia das potências que não impediam o genocídio. Depois dos bombardeios da Otan em 1998, os mesmos comentaristas denunciaram o imperialismo das potências que se atreveram a intervir.
Se amanhã as botas dos soldados da Otan ou mesmo da Liga Árabe pisarem o chão da Líbia, aposto que Mohammed Ahmad será entre os primeiros a se indignar e eventualmente a lutar contra o ocupante estrangeiro.
Nota: Quem puder (o filme está em poucas salas, infelizmente) assista a "Restrepo", documentário de S. Junger e T. Hetherington. É uma extraordinária lição de sobriedade na hora de pensar em intervenções militares "civilizatórias".

ccalligari@uol.com.br

sábado, 12 de março de 2011

Naqueles dias de aflição, estivemos à beira da extinção...

Começo o texto, dizendo que a vida é mais breve do que pensamos...

O dia é um presente, mas não nos cabe saber o final.

Algumas coisas podemos controlar, diria que bem menos do que supomos.

As vítimas do último terremoto no Japão que o digam.

A vida é em tempo real, vivida somente no hoje.

Nós é que insistimos em pensar que podemos garantir o futuro.

Nada nos cabe, a não ser o agora.

O agora que passou já não é nosso...

Perdemos tempo tentando racionalizar problemas, mas a metade deles não existe.

Apenas em nossa mente...

E nossa mente, mente para nós!

Um beijo! Saúdo à todos numa tarde vivida com muito suor cerebral.

Obrigada Senhor do Universo, por mais um dia!


Danny Doo - diretamente do templário imaginário da Doolãndia...


segunda-feira, 7 de março de 2011

So Pure - Alanis Morissette




So Pure
You from New York,
You are so relevant.
You reduce me to cosmic tears.

Luminous more so than most anyone.
Unapologetically alive.
Knot in my stomach,
And lump in my throat.

I love you when you dance,
When you freestyle in trance,
So pure, such an expression.
(x2)

Supposed former infatuation junkie.
I sink three pointers,
And you wax poetically.

I love you when you dance,
When you freestyle in trance,
So pure, such an expression.
(x2)

Let's grease the wheel over tea.
Let's discuss things in confidence.
Let's be outspoken, let's be ridiculous,
Let's solve all the worlds problems.

I love you when you dance,
When you freestyle in trace,
So pure, such an expression.
(x2)

So pure




Tão Puro
Você é de Nova York.
Você é tão importante.
Você me reduz a lágrimas cósmicas.

Mais luminoso do que qualquer outro.
Impecavelmente vivo.
Preso ao meu estômago
E dando um nó na minha garganta.

Eu te amo quando você dança.
Quando você se solta em êxtase.
Tão puro quanto uma expressão.
(x2)

Suposto ex-viciado em se apaixonar.
Eu caio três posições
E você sobe poeticamente.

Eu te amo quando você dança.
Quando você se solta em êxtase.
Tão puro quanto uma expressão.
(x2)

Vamos engraxar o pneu em cima do chá.
Vamos discutir coisas em confidência.
Vamos ser francos, vamos ser ridículos.
Vamos resolver os problemas do mundo.

Eu te amo quando você dança.
Quando você se solta em êxtase.
Tão puro quanto uma expressão.
(x2)

Tão puro...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Filosofia do Sucesso por Napoleon Hill



Se você pensa que é um derrotado,
Então será um derrotado.
Se não disser p’ra si mesmo:
Quero, a qualquer custo! ***(dentro dos princípios éticos)***
Não conseguirá nada.
Mesmo que você queira vencer;
Se pensar que não vai conseguir,
A vitória não lhe sorrirá.

Se você deixar as coisas a meio,
Tornar-se-á um fracassado.
Nós descobrimos neste mundo,
Que o sucesso começa por nossa intenção,
E tudo se determina pelo nosso espírito.

Se você pensa que é um malogrado,
É nisso que se tornará!
Se deseja atingir uma posição mais elevada,
Deve, antes de obter a vitória,
Dotar-se da convicção de que conseguirá infalivelmente.

A luta pela vida nem sempre é vantajosa aos
Fortes nem aos espertos.
Mais cedo ou mais tarde, quem cativa a vitória
É aquele que crê plenamente…

Eu conseguirei!!!

(Napoleon Hill)

domingo, 12 de dezembro de 2010


Mensagem de fim de ano - por Danny Doo


Esses dias vendo o jornal, fiquei chocada ao ver mais um jovem (o 3º caso) sendo atacado na Paulista por um grupo. Mais uma vez o motivo era nítido, preconceito.

Há 6 anos atrás um amigo mudou completamente minha forma de encarar meu próprio preconceito na época. Ele é de família evangélica, assumiu sua homossexualidade depois de sofrer muito, só aos 21 anos de idade. Quando morei no Rio de Janeiro pude perceber que não era uma pessoa tão evoluída quanto pensava. Terra dos bailes funk, roupas coloridas, gente super à vontade. Pois é, numa cidade que transpira sensualidade, um rapaz não podia assumir sua sexualidade porque a família, a comunidade religiosa dizia que era frescura dele, que era um comportamento inaceitável.

Sei que ele sofreu muito, me confessou que se pudesse, teria nascido hétero. Isso me chocou, pois percebi o sofrimento que ele carregava há muito tempo. Ele me fez entender através de nossa amizade, que o amor e respeito são fundamentais em qualquer relacionamento. E agradeço muito por Deus ter colocado o Jonatas no meu caminho, senão eu ainda seria uma pessoa equivocada e sem a noção exata do sofrimento que podemos causar a alguém e que amizade de verdade é construída com Amor, Respeito e Bondade.

Comecei a mensagem de fim de ano assim, para dizer que não adianta pensarmos que o grupo na avenida Paulista é exceção. Pois cada um carrega uma forma de preconceito dentro de si (social, racial, religioso, sexual, regionalismos, etc). Se pretendemos de fato construir um mundo melhor para nós mesmos e para os filhos, precisamos rever a cada dia nossos próprios valores e atitudes com relação ao próximo.

De nada adiantará ser uma pessoa política com todos, mostrar-se simpática na presença da pessoa e descer a lenha por trás... Amor atrai amor, ódio, atrairá ódio, falsidade idem... Todos nós temos a capacidade de mudar, rever atitudes, valores, idéias equivocadas.

O Amor, que é o Dom Supremo possa encontrar lugar em nossas vidas, começando pela nossa casa! E que possamos levar esse amor pelo próximo em nosso coração, de verdade. Pois essa vida é passageira, e estamos aqui com um propósito (independente de religião) nossa vida na Terra não é e não deveria ser em vão...

Que a Paz de DEUS, essa força Superior e inesgotável de bondade possa tocar cada coração que parou uns instantes para ler a mensagem, e refletir sobre a vida!

Grande abraço e que seu final de ano seja explêndido! Sucesso e boas energias!!!

Que DEUS abençoe a cada um de nós!

Daniela Duarte

quarta-feira, 17 de novembro de 2010




SUCESSO É...

Aos 02 anos, sucesso é conseguir andar.
Aos 04 anos, sucesso é não fazer xixi nas calças.
Aos 12 anos, sucesso é ter amigos.
Aos 18 anos, sucesso é ter carteira de motorista.
Aos 20 anos, sucesso é fazer sexo.
Aos 35 anos, sucesso é dinheiro.
Aos 50 anos, sucesso é dinheiro.
Aos 60 anos, sucesso é fazer sexo.
Aos 70 anos, sucesso é ter carteira de motorista.
Aos 75 anos, sucesso é ter amigos.
Aos 80 anos, sucesso é não fazer xixi nas calças.
Aos 90 anos, sucesso é conseguir andar.
ASSIM É A VIDA!
NÃO LEVAMOS NADA DESSA VIDA, PARA QUE PERDER TEMPO COM MALDADE, COM FALSIDADE, COM FALTA DE AMOR?

TODOS TEREMOS O MESMO DESTINO, INDEPENDENTE DA CONDIÇÃO FINANCEIRA E DA CLASSE SOCIAL.
PORTANTO, AME, BRINQUE, PERDOE E APROVEITE A VIDA.
SEJA FELIZ!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Garota sonhadora - por Danny Doo

Quando eu era criança eu sonhava em ver o mundo. Sonhava que meu mundo se expandia a medida que eu conseguia visualizar as coisas de um angulo diferente.
Aos 3 anos de idade já subia no guarda-roupa e ficava brincando lá em cima.
Aqueles móveis antigos eram fantásticos e funcionavam bem como uma brinquedoteca secreta!
Secreta até o dia que meus pais me viram brincando lá no alto e se assustaram... Se assustaram no início, depois que me viram descer e subir novamente, notaram que eu era craque na escalada de guarda-roupa! (rsrsrsrs)
O pior é que para subir lá, eu me apoiava na janela que ficava fechada, no nono andar do prédio, eu não tinha curiosidade de abrir a janela, mas subia no guarda-roupa (engraçado pensar isso hoje em dia). Não sei se era por cuidado, se por obediência, mas a janela eu não abria!
Queria mesmo era ver meu mundo (meu quarto) do alto! E brincar de um jeito diferente, lúdico, livre!
Hoje eu ainda quero subir muitos degraus, o meu guarda-roupa se chama mundo. Quero muito poder viajar vários países, conhecer outras culturas... Sumir pelo mundo! Me divertir conhecendo gente simples, gente sofisticada... Conhecendo gente!
Quero muito conquistar a tão sonhada independência financeira, que há pouco tempo lendo num livro de investimentos para mulheres, pude notar que se trata mais de onde alocar recursos do que guardar uma enorme quantia. Enfim, descobri que é possível...
Se Deus permitir, em breve quero poder colocar muitos sonhos em ação, e desde já agradeço os degraus conquistados! Mas sou muito inquieta, não paro de querer... Ôh menina insaciável por conhecer o mundo!!!!!!!!!!
Beijos saudosos de uma garota urbana que não tem mais tanto tempo de postar no blog...
Danny Doo - Diretamente da Doolãndia!!!!!!!!