
Blog de variedades da jornalista e escritora Daniela Duarte da Silva. Publicações você encontra na UICLAP, CLUBE DE AUTORES e AMAZON. Seja bem vindo! Danny Doo
sexta-feira, 30 de julho de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Sampa Caos
Eis-me aqui em Sampa Caos!
Revendo amigos, trabalhando com novo ritmo e buscando novos ares. Nessa selva de pedra existem verdadeiros diamantes escondidos. Pessoas bem bacanas, novos amigos mesmo!
Isso é muito legal...
A vida é isso, uma grande coleção de pequenos momentos!
Beijos à todos que visitam esse cyber espaço!
Valeu!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O cálculo verdadeiro se confunde com o falso. A confusão introduzida no espírito do arqueiro se traduz em todos os sentidos e em todos os domínios.
O homem é definido como um ser pensante, mas suas grandes obras se realizam quando não pensa e não calcula. Devemos reconquistar a ingenuidade infantil,
através de muitos anos de exercício na arte de nos esquecermos de nós próprios.
extraído de: A arte cavalheiresca do arqueiro Zen
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
E conhecereis a verdade e ela vos libertará!

O MELHOR LIVRO QUE JÁ LI ATÉ HOJE!
O PODER DO AGORA de Eckhart Tolle:
http://dannydoo.files.wordpress.com/2007/09/o_poder_do_agora-eckhart-tolle.pdf
http://dannydoo.files.wordpress.com/2007/09/o_poder_do_agora-eckhart-tolle.pdf
*
*
*
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Dos cegos do castelo me despeço e vou... Deus esteja sempre comigo!
Diferenças de tratamento, protecionismo para uns, exigências prematuras e excessivas em outros. E os “mais protegidos” se intitulando os saudáveis de plantão, e com a altivez de uma gazela saltitante, que quase não foi exigida, acha graça ao ver o cansaço de outros.
Acho que minhas feridas ainda não cicatrizaram completamente. Nada a ver com o passado, mas com o presente recente que quase não mudara...
Mas agradeço à Deus por me fazer enxergar: nem sempre quem está no comando é justo, sensato e isento. Óbvio que meu temperamento forte contribuiu para a fúria, de quem achava um ultraje eu não concordar, com posturas incompatíveis à exigência que se fazia...
A auto-estima chegou a beira do abismo (rsss), mas o pulso ainda pulsa! (risos)
Brincadeiras à parte, agradeço a cada aprendizado e peço desculpas aos que cresceram nesse conflito, sem entender direito como tudo começou (ainda que crescendo com mimos, imagino ser difícil perceber que nem sempre o que se vê é o real). Nádegas mais à declarar...
Somente um texto desabafo. Se chegaste até aqui por vontade própria, apenas respire não tente entender... Nem criticar...
Saludos!
Disse JESUS: "Eis que estarei convosco TODOS os dias, até a consumação do século" Amém! Valeu galera, ficarei um tempo sem net. Obrigada pelas visitas!!!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
VOCÊ NÃO É A SUA MENTE

O maior obstáculo para a iluminação
Iluminação – o que é isso?
Por mais de trinta anos um mendigo ficou sentado no mesmo lugar, debaixo de uma marquise. Até que
um dia, uma conversa com um estranho mudou sua vida:
– Tem um trocadinho aí pra mim, moço? – murmurou, estendendo mecanicamente seu velho boné.
– Não, não tenho – disse o estranho. – O que tem nesse baú debaixo de você?
– Nada, isso aqui é só uma caixa velha. Já nem sei há quanto tempo sento em cima dela.
– Nunca olhou o que tem dentro? – perguntou o estranho.
– Não – respondeu. – Para quê? Não tem nada aqui, não!
– Dá uma olhada dentro – insistiu o estranho, antes de ir embora.
– O mendigo resolveu abrir a caixa. Teve que fazer força para levantar a tampa e mal conseguiu acreditar
ao ver que o velho caixote estava cheio de ouro.
Eu sou o estranho sem nada para dar, que está lhe dizendo para olhar para dentro. Não de uma caixa, mas
sim de você mesmo. Imagino que você esteja pensando indignado: “Mas eu não sou, um mendigo!”
Infelizmente, todos que ainda não encontraram a verdadeira riqueza – a radiante alegria do Ser e uma paz:
inabalável – são mendigos, mesmo que possuam bens e riqueza material. Buscam, do lado de fora, migalhas de
prazer, aprovação, segurança ou amor, embora tenham um tesouro guardado dentro de si, que não só contém
tudo isso, como é infinitamente maior do que qualquer coisa oferecida pelo mundo.
A palavra iluminação transmite a idéia de uma conquista sobre-humana – e isso agrada ao ego –, mas é
simplesmente o estado natural de sentir-se em unidade com o Ser. É um estado de conexão com algo
imensurável e indestrutível. Pode parecer um paradoxo, mas esse “algo” é essencialmente você e, ao mesmo
tempo, é muito maior do que você. A iluminação consiste em encontrar a verdadeira natureza por trás do nome e
da forma. A incapacidade de sentir essa conexão dá origem a uma ilusão de separação, tanto de você mesmo
quanto do mundo ao redor. Quando você se percebe, consciente ou inconscientemente, como um fragmento
isolado, o medo e os conflitos internos e externos tomam conta da sua vida.
Adoro a definição simples de Buda para a iluminação: “É o fim do sofrimento”. Não há nada de sobre-humano
nisso, não é mesmo? Claro que não é uma definição completa. Ela apenas nos diz o que a iluminação
não é: não é sofrimento. Mas o que resta quando não há mais sofrimento? Buda silencia a respeito, e esse
silêncio implica que teremos de encontrar a resposta por nós mesmos. Como ele emprega uma definição
negativa, a mente não consegue entendê-la como uma crença, ou como uma conquista sobre-humana, um
objetivo difícil de alcançar. Apesar disso, a maioria dos budistas ainda acredita que a iluminação é algo apenas
para Buda e não para eles próprios, pelo menos, não nesta vida.
um dia, uma conversa com um estranho mudou sua vida:
– Tem um trocadinho aí pra mim, moço? – murmurou, estendendo mecanicamente seu velho boné.
– Não, não tenho – disse o estranho. – O que tem nesse baú debaixo de você?
– Nada, isso aqui é só uma caixa velha. Já nem sei há quanto tempo sento em cima dela.
– Nunca olhou o que tem dentro? – perguntou o estranho.
– Não – respondeu. – Para quê? Não tem nada aqui, não!
– Dá uma olhada dentro – insistiu o estranho, antes de ir embora.
– O mendigo resolveu abrir a caixa. Teve que fazer força para levantar a tampa e mal conseguiu acreditar
ao ver que o velho caixote estava cheio de ouro.
Eu sou o estranho sem nada para dar, que está lhe dizendo para olhar para dentro. Não de uma caixa, mas
sim de você mesmo. Imagino que você esteja pensando indignado: “Mas eu não sou, um mendigo!”
Infelizmente, todos que ainda não encontraram a verdadeira riqueza – a radiante alegria do Ser e uma paz:
inabalável – são mendigos, mesmo que possuam bens e riqueza material. Buscam, do lado de fora, migalhas de
prazer, aprovação, segurança ou amor, embora tenham um tesouro guardado dentro de si, que não só contém
tudo isso, como é infinitamente maior do que qualquer coisa oferecida pelo mundo.
A palavra iluminação transmite a idéia de uma conquista sobre-humana – e isso agrada ao ego –, mas é
simplesmente o estado natural de sentir-se em unidade com o Ser. É um estado de conexão com algo
imensurável e indestrutível. Pode parecer um paradoxo, mas esse “algo” é essencialmente você e, ao mesmo
tempo, é muito maior do que você. A iluminação consiste em encontrar a verdadeira natureza por trás do nome e
da forma. A incapacidade de sentir essa conexão dá origem a uma ilusão de separação, tanto de você mesmo
quanto do mundo ao redor. Quando você se percebe, consciente ou inconscientemente, como um fragmento
isolado, o medo e os conflitos internos e externos tomam conta da sua vida.
Adoro a definição simples de Buda para a iluminação: “É o fim do sofrimento”. Não há nada de sobre-humano
nisso, não é mesmo? Claro que não é uma definição completa. Ela apenas nos diz o que a iluminação
não é: não é sofrimento. Mas o que resta quando não há mais sofrimento? Buda silencia a respeito, e esse
silêncio implica que teremos de encontrar a resposta por nós mesmos. Como ele emprega uma definição
negativa, a mente não consegue entendê-la como uma crença, ou como uma conquista sobre-humana, um
objetivo difícil de alcançar. Apesar disso, a maioria dos budistas ainda acredita que a iluminação é algo apenas
para Buda e não para eles próprios, pelo menos, não nesta vida.
Por Eckhart Tolle em: O PODER DO AGORA - (leia o livro completo no link abaixo!)
http://dannydoo.files.wordpress.com/2007/09/o_poder_do_agora-eckhart-tolle.pdf
Assinar:
Postagens (Atom)


