segunda-feira, 28 de maio de 2012

A árvore Mágica!




Era uma vez uma árvore mágica!
Nela haviam objetos de desejo...

Objetos obsoletos,
e objetos ainda não descobertos!

Nela haviam muitas opções, muitas possibilidades.
Tudo depende do que você pegar e utilizar primeiro.
Ou também da ordem de sua utilização.

Mas há os que digam, que tudo depende de como você os vê!

A árvore Mágica é sua mente,
Você pode colher objetos úteis, belos e de grande valia!
Mas também pode escolher mal, se não ficares atento...

Ela é Mágica! Ela é poder!
Poder de escolher!!!

Danny Doo® - Diretamente da Doolãndia




O destino é uma questão de escolha...

O destino é uma questão de escolha...
A maior liberdade é ser livre de nossa própria mente.



quarta-feira, 23 de maio de 2012

BOLO DE CHOCOLATE NA CANECA! Em 15 minutinhos!!!


Ingredientes
. 1 ovo pequeno
. 3 colheres (sopa) de óleo
. 6 colheres (sopa) de leite
. 4 colheres (sopa) de açúcar
. 3 colheres (sopa) de chocolate em pó
. 4 colheres (sopa) de farinha de trigo
. 1 colher (café) de fermento em pó
. 1 colher (chá) de manteiga
. Granulado colorido a gosto

Modo de preparo

1. Coloque o ovo na caneca e bata com um garfo.

2. Adicione o óleo, o açúcar, 4 colheres (sopa) de leite e 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó e mexa.

3. Incorpore a farinha de trigo e o fermento, aos poucos, na massa. Em seguida, leve ao micro-ondas durante 3 minutos na potência máxima.

4. Prepare a cobertura: junte 2 colheres (sopa) de leite, a margarina e 1 colher (sopa) rasa de chocolate e ponha no micro-ondas por 30 segundos, também na potência máxima.

5. Despeje no bolo ainda quente e polvilhe o granulado.

Dica: para saber qual a caneca ideal, separe uma com capacidade de 300 ml. Se for menor do que isso, você corre o risco de ver os ingredientes vazarem do recipiente. Use apenas canecas de materiais apropriados para micro-ondas.


terça-feira, 22 de maio de 2012

O AMOR MUITAS VEZES NÃO É TÃO ÓBVIO...



AMIZADE IMPROVÁVEL... AMIZADE VERDADEIRA! O AMOR MUITAS VEZES NÃO É TÃO ÓBVIO...

Julgar a dor alheia é fácil, é óbvio racionalizar a melhor forma de lidar com as questões. É quase: matemático!

Como se os motivos, como se as reações fossem facilmente direcionadas...

Cada dor uma sentença!

Cada máscara para guardá-la a sete chaves, uma sentença... De morte!

Morremos aos poucos se não nos livramos dos embaraços, que são muitos, ao longo da vida.

Tolo é quem pensa que o que sofre é fraco. Fraco é quem julga! Fraco e cego...

Como dizia Cazuza: “todo mundo é parecido quando sente dor”. Mas... Quer saber o caráter, quer testar a generosidade, a compaixão de alguém? Segue: “Mas nú e só ao meio-dia, só quem está pronto pro amor!”

Amar ao próximo nada tem a ver com simpatia, com sorrisos ensaiados...

Muitas vezes, seu pior inimigo é o que mais lhe sorri.

E seu maior amigo, às vezes é o que mais briga com você! Ele briga por você!!! Ele quer te ver fora do problema!

Ele às vezes briga, como uma forma desesperada de lhe socorrer...

Mas é uma briga diferente, não lhe faz mal... Lhe faz: ver!

Quer saber quem é seu amigo? É aquele que lhe abre os horizontes!!!


Danny Doo® - @diretamente da Doolãndia

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Chá de feitiços imaginários...



Chá de feitiços imaginários...

Essa é uma estória para homenagear uma pessoa que muito estimo: minha mãe!

Ela é a da ponta direita, cabelo chanel e cobertos pela “neve do tempo”.
Ops, essa é ela daqui há alguns anos! É um tipo de... Profecia!

Lady Lita é uma moça que desde cedo vivia no mundo da lua... Tão no mundo da lua, que por descuido foi mamãe 5 vezes!  Kkkk!  Mas isso foi uma das coisas boas que “o universo” lhe concedeu.

Mas isso não é o assunto de hoje, o que me traz aqui é justamente para explicar como ela se tornará a senhorinha simpática da foto.

Lady Lita, hoje na casa dos 5 (enta) rsrs, está ainda agoniada com o dia-a-dia, mas mal sabe ela  que a vida lhe reserva boas surpresas!

Ela terá vários netinhos lindos! Ela fará muitas viagens (reais e imaginárias) por vários lugares maravilhosos e sua alma se deleitará em festa!

Levará cada vez mais a sério, o cuidado com a própria saúde física, emocional e não medirá esforços para se sentir feliz, em harmonia com o cosmos, com a vida!

Como de costume, se reunirá com suas amigas (mais velhas e as da mesma idade) para juntas trocarem muitas experiências harmoniosas e divertidas!  Vai adorar o trabalho (que hoje faz de vez em quando) com as crianças da comunidade da igreja.

Irá mais vezes ao teatro se inspirar e voltará a cantar! Não lhes falei da novidade? Pois é! Ela voltará a entoar sua linda voz soprano nos corais da igreja! No videokê também! Ela vai comprar um videokê para se divertir em casa e com as amigas.

Mas o principal, ela vai se tornar cada vez mais ela mesma!

Vejam... A velhinha da direita... Não é uma doçura?

Mas também é uma menina sapeca!

 
*** @diretamente da Doolãndia

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Familia

Trechos do livro"O arroz de palma" de Francisco Azevedo.

"Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema...
...Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir...
...Mas a vida... sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida.
Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele, o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente...
...Já estão aí? Todos? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.
Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.
Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto: é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte.
Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini, Família à Belle Manière; Família ao Molho Pardo (em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria). Família é afinidade, é à Moda da Casa. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.
Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seria assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.
Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu.
O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro.
Aproveite ao máximo.
Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete."
 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Confissões do funcionário 59


Ele foi contratado quando o Google era um pequeno negócio na Califórnia. Ao sair de lá, a empresa já tinha mudado o mundo. Conheça os bastidores da criação de um gigante.por Tiago Cordeiro


De patins, short e camiseta, Sergey Brin chegou suado para entrevistar o jornalista Douglas Edwards, candidato a uma vaga no departamento de marketing em formação. Era novembro de 1999.

Para quem estava acostumado à formalidade das corporações, aquilo era bem estranho. Aos 41 anos, ele seria entrevistado por um nerd de 26 nascido em Moscou, sócio da empresa de buscas na internet fundada 1 ano antes. Sergey fez várias perguntas e avisou: “Vou sair da sala por 5 minutos. Quando eu voltar, quero que você me explique algo novo e complicado”. Ouviu um

Massagem e tortas resumo sobre teoria de marketing. Edwards descobriu mais tarde que Sergey sempre pedia o mesmo aos candidatos – era um jeito de garantir que tais entrevistas não fossem uma total perda de tempo. De qualquer forma, o jornalista emplacou: tornou-se o 59º funcionário do Google. Quando ele saiu da empresa, em 2005, ela já era a principal referência de qualquer usuário da web. Edwards dá a sua versão do “caos criativo” que transformou a internet em I’m Feelling Lucky – The Confessions of Google Employee Number 59 (sem edição no Brasil).


Um chef (Charles Ayers, ex-cozinheiro da banda Grateful Dead) e
duas massagistas foram contratados na mesma época que Edwards. A rotina dos funcionários incluía comida farta, boa e grátis (sem falar nas barras de cereais, M&Ms e outras guloseimas disponíveis a qualquer hora), alívio para as dores musculares (as salas tinham bolas de ginástica para quem quisesse alongar), pausas para o videogame, pingue-pongue ou jogo de hóquei, além de uma viagem por ano com tudo pago. Não era raro encontrar um funcionário descalço pelos corredores ou Yoshka, o cachorro do vice-presidente de operações, Urs Höezle. As regalias contrastavam com a bagunça dos escritórios. As mesas eram portas apoiadas em cavaletes com máquinas e engenheiros amontoados. O neurocirurgião Jim Reese, que seria gerente de operações, foi recebido em seu primeiro dia de trabalho com uma pilha de peças e a ordem de Larry page, o sócio americano de Sergey: “pode montar seu computador”. Na central de
servidores, o “exodus” (a “gaiola” do Google em um galpão onde várias outras empresas alugavam espaço), os cabos dos terminais pareciam cobras caindo do teto. Para aproveitar espaço, não havia entrada para placas de vídeo e pelo menos 4 placas-mãe eram agrupadas em cada bandeja dos racks de quase 2,5 m de altura.

Em caso de defeito, era difícil identificar a origem do problema. Para garantir que todas as máquinas estivessem funcionando, Larry tinha mandado tirar os botões off. “Nenhuma empresa tinha servidores tão bagunçados quanto o Google. Ninguém entendia direito como eles não saíam do ar o tempo todo”, escreveu Edwards. A lógica da empresa era economizar sempre. Nos servidores ou no táxi numa viagem de negócios a Milão. Os sócios preferiam investir no conforto dos funcionários a gastar com marketing. E o novo gerente descobriu o que era realmente usar criatividade e ousadia no trabalho.



*(clique na imagem)
Mentira útil

Como transformar um site iniciante em uma marca conhecida sem gastar muito? Abusando de campanhas virais e bem-humoradas, como o trote de 1o de Abril. No Dia da Mentira de 2000, a empresa lançou o Mentalplex, um software fake que “lia a mente” do usuário para fazer a pesquisa. O resultado trazia mensagens de erro do tipo: “pedido obscuro, tente de novo depois de remover óculos, chapéus e sapatos”. Em alguns casos, eram “capturados” pensamentos em língua estrangeira e surgiam resultados em alemão, tailandês ou português. Mas os internautas não gostaram de encontrar idiomas diferentes. Sob protesto dos engenheiros, Edwards convenceu sergey a tirar essa parte da piada. Mas a brincadeira pegou, e o 1º de Abril virou um clássico do Google. O gerente de marketing muitas vezes se envolveu em disputas sobre como fazer seu trabalho. Do jeito previsto nos manuais ou do “jeitoGoogle”. Quando Sergey, por exemplo, teve a ideia de transformar os Google doodles, os desenhos que brincam com a logomarca, numa espécie de cartoon diário, Edwards ficou apavorado.

Achava que a marca seria descaracterizada e enfraquecida. De novo estava errado. Os usuários adoraram. Fugir das soluções previsíveis, ele admite, revelou-se um dos segredos do sucesso do Google. Inclusive internamente. Quando a empresa começou a melhorar o filtro contra pornografia, por exemplo, umfuncionário criou gifs sensuais e espalhou pela web. Ele pediu que os colegas o ajudassem a procurar pelos vídeos, testando o filtro, mas ninguém se empenhou. Ao reclamar com a mulher, ela deu a ideia: ia assar cookies para que ele premiasse quem achasse os gifs. Foi um sucesso: a gincana virou febre entre os funcionários.



Se a ordem é absurda, não obedeça

O engenheiro Paul Bucheit (que depois ficaria famoso por criar o Gmail) estava preocupado: Larry havia pedido a ele que solucionasse um problema técnico de um jeito que não fazia o menor sentido. Foi consultar o então vice-presidente sênior de operações, Urs Hölzle, e ouviu a dica: “Larry tem muitas ideias. Você deveria continuar fazendo do seu jeito”. Bucheit aprendeu: no Google, se a ordem dos patrões é bizarra demais, é melhor ignorá-la. Para Edwards, o episódio reflete a falta de hierarquia naempresa. O resultado era uma rotina caótica e cargas horárias desumanas. Muitas decisões cruciais eram tomadas depois da meia-noite, mesmo que nem todos os envolvidos estivessem presentes. Mas como deu tão certo? Segundo o gerente, a fórmula do Google era contratar pessoas brilhantes e inseguras. Pressionadas até o limite, elas sempre achavam que a falta de critérios claros seria, na verdade, um problema de desempenho pessoal. E dá-lhe mais trabalho.


Dilemas

Foi Edwards quem escreveu os princípios do Google com afirmações como “você pode ganhar dinheiro sem fazer o mal”. A frase (do original Don’t Be Evil) surgiu no início de 2000, quando Paul Bucheit reclamava com os colegas sobre a Realnames, empresa que vendia um mecanismo para garantir que seus clientes estivessem no topo dos resultados dos sites de busca. Eles eram pagos para destacar esses links, inclusive o Google, que debatia como deixar claro que aquilo não era fruto de seus serviços nem era um anúncio vendido por ele. O sistema foi banido, mas

“Quando estivemos errados?” a mistura de dados e anúncios ainda daria dor de cabeça. O Google decidiu criar sua própria versão de publicidade na web, testada com a Amazon. Cada vez que um internauta chegasse ao link do produto pelo Google, este tinha uma comissão. Funcionou, mas era hora de ganhar mais dinheiro. Os anúncios começariam a aparecer na página inicial como caixas de texto no alto, à direita. Medidos, os cliques definiam a remuneração. Nos testes, um usuário reclamou que não estava clara a distinção entre anúncio e informação e citou um dilema ético. Mas o modelo vingou. Além disso, a companhia enfrentou acusações de invasão de privacidade ao lançar o Gmail, que tem uma barra de notícias e anúncios relacionados aos interesses do usuário. Como assim, a empresa lê seus e-mails? Ela jura que não. É tudo automático.

*(clique na imagem)
Em 2002, o funcionário 59 teve uma rara oportunidade de conversar sozinho com Larry. “Percebi que, na maioria das vezes em que discordamos, eram vocês quem estavam certos. Sinto que estou aprendendo muito e agradeço esta oportunidade.” Larry retrucou: “Mas quando estivemos errados?” Parece arrogância, mas a resposta tinha outro sentido. Assim como Sergey aproveitava as entrevistas de candidatos para aprender, seu sócio levava a sério o que parecia um elogio inócuo. Ele realmente queria saber onde errou, e por que, para usar a informação no futuro. Para Edwards, Larry era o visionário tímido e direto e Sergey o operador bem-humorado.

Adeus e sorte
Uma série de mudanças internas levou Edwards a perder espaço. Ele negociou sua saída da empresa em 2005. Exerceu o poder de compra sobre as ações que eram parte de seus benefícios quando foi contratado. Pagou 20 centavos de dólar por cada uma. Elas agora não valem menos de 600 dólares. Douglas Edwards nunca mais trabalhou. Tem mais é de se sentir com sorte mesmo.


Para saber mais
The Confessions of Google Employee Number 59
Douglas Edwards, Houghton Mifflin
Harcourt, 2011.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

"Você não tem inimigos externos !



"Inimigos nosso são os pensamentos errôneos que todos nós temos, e que lançamos ao ar, atraindo pensamentos semelhantes no próximo.

Na realidade, ninguém pode ser inimigo nosso, pois Deus habita dentro de cada um de nós.

Anule as inimizades emitindo pensamentos de tolerância e de amor a todas as criaturas, que são templo de Deus.

Seja alegre e otimista.

Não perca tempo em olhar para quantos lhe feriram, não agiram como você desejava, guardar mágoas é perda de tempo...

Olhe para frente e caminhe confiante e alegre, praticando o bem e ajudando a todos.

Dê a mão a cada criatura que lhe aproxima, diga sempre uma palavra de conforto e carinho, tenha para todos um sorriso de bondade e de verdadeira felicidade. Assim passará a construir seu clima permanente de vida!

Deus sabe tudo."