domingo, 18 de setembro de 2011

*Poeminha encantado - Danny Doo


Dedico à todas as amigas, mulheres, meninas...
Para quem conseguiu vencer o complexo de Cinderela, onde o desejo secreto é um mundo perfeito...

A beleza está na ausência de perfeição* Encantadora é a realidade por nos deixar livres para escolher...

Tô inspiradinha né... (rs)

Bom, agora ficarei mais ausente por email pois o trampo está puxado!

Bjkas em todas e sucesso sempre!

Segue...



"Aprendi que meninas boazinhas colecionavam Barbies e brinquedinhos.

Eu colecionava experiência de irmã mais velha, cuidando dos pequeninos...

Hoje, enquanto algumas já tem babys e marido;

Quero viver um dia de cada vez, sem pressa para ter filhos.

Já beijei príncipe que virou sapo e sapo que virou príncipe.

Criei meu castelo para enfim morar sozinha.

E finalmente despedi as fadas madrinhas...

Depois de refletir um pouco conclui: Ouvi várias histórias,

Mas só quero escrever a minha."


Danny Doo - diretamente da Doolãndia*




p.s.: As mulheres fingem orgasmos para salvar a relação, os homens fingem relação para salvar os orgasmos!" kkkkkkkkkkk

sábado, 17 de setembro de 2011



Andando entre cacos...


Hoje acordei inspirada e com vontade de escrever! Como diz um amigo corretor (o Toninho da Galícia), “todo mundo já percebeu que você gosta de escrever NÉ!” rsrsrs.

Muita coisa boa e difícil tem acontecido comigo, “sem teorias” (como disse o gerente Renato, rsrsrs) estou vendo na prática que confiar em Deus é muito melhor!

Independente dos resultados serem ou não os esperados, vejo a cada manhã a Graça de Deus sobre minha vida e de muitos amigos, parentes e pessoas queridas.

É só ligarmos a TV e vermos nos jornais quantos livramentos tivemos! Só por isso já seria motivo suficiente para agradecer. Quer fazer um teste? Assista a TV Record (a pior na minha opinião em termos de notícias) e verás o que anda acontecendo no mundo...

Mas o fato é que Deus, essa força criadora, essa energia que não podemos classificar e reduzir as religiões; ELE sim tem sido meu guia! E tem enviado pessoas maravilhosamente evoluídas ao ponto de querer ajudar nessa jornada.

Não conseguimos nada sozinhos, existem amigos que são verdadeiros anjos disfarçados. Anjos do bem! Claro que existem algumas bijouterias no meio de tanta gente jóia, mas isso eu deixo pra lá...

Mas esse caminho cheio de luz, muitas vezes é sofrido, sim não há como negar. Mas é maravilhoso sentir que está valendo à pena. Se enxergarmos com olhos mais espirituais, veremos tudo de outra maneira. E nossa evolução exige crescimento e crescimento gera dor.

Uma dor diferente daquela dor ruim, uma dor que traz Paz de espírito, de saber que estamos numa boa jornada. No caminho certo...

Você já se sentiu assim? Percebendo com a própria vida que muita coisa que leu em livros, agora faz todo sentido? Certa vez numa palestra do Rogério Caldas, ele disse “sucesso é dor”. Eu achei aquilo estranho, mas depois lendo pacientemente o livro, entendi. O sucesso (que não se limita ao financeiro, visual, material, etc) é uma jornada. E só vale à pena para quem entender que evoluir não é fácil, mas pode ser a melhor coisa que lhe acontecerá!

Sabe, eu nem sei porque resolvi escrever. E até me expor um pouco. Acho que é uma forma de agradecer tudo que tenho recebido... Agradeço aos amigos (do trabalho, da família, de estrada, hehehe) por toda força, boas vibrações e atenção demonstradas. Isso é valioso! Muito valioso!!!

Espero que esse simples texto sirva de estímulo para alguém, se estiver desanimado ou se sentindo meio perdido. Sabe, só vale à pena quando algo começa a fazer sentido para você! Eu creio que Deus em sua infinita bondade, pode lhe mostrar a direção. De um jeito ou de outro. E independente dos percalços que encontrar, se em seu espírito, você souber para onde está indo, será mais fácil encarar a jornada.

Grande abraço! E como dizia uma amiga: Uma beija em todos! E obrigada...

Danny Doo set/2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011


Em busca de identidade

Muitas pessoas se desfiguram para obter êxito. Outros renegam suas origens e criam uma falsa ilusão de terem surgido de um lugar, uma origem, uma família completamente oposta a que realmente tiveram...

Outros criam uma realidade que só existe em sua mente, idealizando seu mundo, sua própria existência como algo além do que é. Ilusionistas e iludidos de sua própria idealização.

E existe outro grupo, que sabe exatamente qual seu lugar no mundo e mesmo assim almeja melhorar seu interior, suas relações com o próximo, independente da existência ou ausência de laços sanguíneos, entendem que somos na verdade parte de uma grande família global.

Bom mesmo é reconhecer seus valores benéficos e os responsáveis por eles ao longo de nossa existência. Todos nós já possuímos inúmeros mestres, para o bem ou mal, eu prefiro ficar com os mestres do bem, da boa orientação, correção carinhosa, ou um simples exemplo de vida de dedicação ao próximo sem manipulações apenas almejando o bem!

Temos chances de ao longo de nossa jornada terrestre, aprender novas maneiras de pensar, repensar alguns valores e ações. Curioso pensar que os mestres mais marcantes são os mais singelos... Sutis, gentis até para nos orientar e corrigir... E assim nos moldar sem imposições, apenas dando belos exemplos de humildade e gentileza no lidar até com os discípulos mais rebeldes.

Agradeço a cada um que tive e tenho. Interessante perceber que alguns que eu pensava serem mestres ainda são meninos... E outros que eu na minha estupidez e falta de lucidez, imaginava serem meros coadjuvantes, foram e são até hoje, meus melhores orientadores!!!!!!!!!!

Aos mestres com carinho... E nem preciso dizer, mas digo, Jesus é sem dúvida o Mestre dos Mestres!

Danny Doo – diretamente da Doolãndia*

sábado, 19 de março de 2011

Os injustiçados, mundo afora, esperam a chegada da cavalaria. E a cavalaria, bem ou mal, somos nós

CONTARDO CALLIGARIS

Intervir ou não



Os injustiçados, mundo afora, esperam a chegada da cavalaria. E a cavalaria, bem ou mal, somos nós


NA FOLHA de 6 de março, um médico líbio, Mohammed Ahmad, entrevistado pelo correspondente Marcelo Ninio, desabafa: "É um massacre, estão atingindo civis, estão nos atacando de todas as direções. Por que a comunidade internacional não intervém?".
A Líbia é apenas um exemplo. A cada dia, junto com as notícias, chega até nós o grito dos que estão sendo perseguidos e exterminados, dos que apodrecem nas masmorras, dos que, indefesos diante de poderes abusivos e absolutos, estão sendo pisados, escravizados, torturados. Eles colocam sua última esperança na improvável chegada da cavalaria. E a cavalaria com a qual eles sonham, bem ou mal, somos nós -somos também nós.
Vamos brincar de Pôncio Pilatos? Ou vamos à luta pelos injustiçados que moram longe de nossa rua, de nosso país e de nossa cultura? E, nesse caso, quais injustiçados escolheremos?
Por temperamento, sou intervencionista -embora muito menos hoje do que no passado, talvez por confiar menos na minha força física. De qualquer forma, se vejo uma briga, tendo a me meter -para afastar os que estão brigando e também para tomar partido. Mas tomo partido como?
Admito que, na maioria das vezes em que decidi me meter, eu realmente não tinha como saber de que lado estava a razão. Por isso mesmo, os supostos "nobres" motivos de minha escolha permanecem sob suspeita. Por exemplo, escolhi o lado do mais fraco: é uma opção generosa, mas quem garante que o mais fraco tinha razão? E se, de fato, eu tivesse escolhido o lado dos que mais se pareciam comigo, como se a razão só pudesse estar com alguém que tivesse a minha cara?
A dificuldade de intervir decorre de contradições que são inseparáveis do próprio espírito da modernidade ocidental.
a) Acreditamos na universalidade da espécie humana; para nós, ser "homem" é mais importante do que pertencer a uma nação ou a uma etnia. Em tese, o que acontece na Líbia ou em Ruanda nos é próximo e nos concerne tanto quanto o que acontece no quintal de casa -portanto, interviremos, não é?
b) Certo, interviremos e pesaremos na balança em nome de nossos valores. Apoiaremos quem quer democracia e escutaremos o grito da mulher que tenta fugir de sua tribo porque não quer que seu sexo seja mutilado ou da adúltera que será apedrejada.
Mas o fato é que a defesa dos valores nos quais acreditamos será hesitante e, de uma certa forma, culpada pelo seguinte sofisma: se todos, por diferentes que sejam de nós, são tão homens quanto a gente, qual seria o mérito especial de nossos valores, salvo o mérito (duvidoso) de eles serem os nossos?
c) Desde o começo da modernidade, acreditamos também que o que acontece no mundo não é efeito da vontade divina, mas da ação dos homens. Por exemplo, não somos dominados pela Providência, mas pela vontade de tiranos contra quem podemos, portanto, nos rebelar.
Há uma contrapartida: assim que a razão moderna reconhece que tudo vem dos atos e das intenções dos indivíduos, ela se torna desconfiada e paranoica. Em suma, a notícia boa é que podemos modificar o curso da história, a notícia ruim é que somos sempre suspeitos de modificá-lo pelas piores razões.
Somos condenados a uma alternativa entre duas posições igualmente incômodas. Quem não intervém é um covarde que renega sua humanidade e deixa os indefesos sem defesa e os injustiçados sem justiça.
Quem intervém é provavelmente um aproveitador que, sob o manto de uma certa grandeza moral, está promovendo interesses escusos ou, no mínimo, impondo ao mundo seus valores particulares. Algumas consequências disso? Aqui vai.
Desde o sítio de Sarajevo, em 1992, até o massacre de Srebrenica em 1995, a imprensa ocidental denunciou a covardia das potências que não impediam o genocídio. Depois dos bombardeios da Otan em 1998, os mesmos comentaristas denunciaram o imperialismo das potências que se atreveram a intervir.
Se amanhã as botas dos soldados da Otan ou mesmo da Liga Árabe pisarem o chão da Líbia, aposto que Mohammed Ahmad será entre os primeiros a se indignar e eventualmente a lutar contra o ocupante estrangeiro.
Nota: Quem puder (o filme está em poucas salas, infelizmente) assista a "Restrepo", documentário de S. Junger e T. Hetherington. É uma extraordinária lição de sobriedade na hora de pensar em intervenções militares "civilizatórias".

ccalligari@uol.com.br

sábado, 12 de março de 2011

Naqueles dias de aflição, estivemos à beira da extinção...

Começo o texto, dizendo que a vida é mais breve do que pensamos...

O dia é um presente, mas não nos cabe saber o final.

Algumas coisas podemos controlar, diria que bem menos do que supomos.

As vítimas do último terremoto no Japão que o digam.

A vida é em tempo real, vivida somente no hoje.

Nós é que insistimos em pensar que podemos garantir o futuro.

Nada nos cabe, a não ser o agora.

O agora que passou já não é nosso...

Perdemos tempo tentando racionalizar problemas, mas a metade deles não existe.

Apenas em nossa mente...

E nossa mente, mente para nós!

Um beijo! Saúdo à todos numa tarde vivida com muito suor cerebral.

Obrigada Senhor do Universo, por mais um dia!


Danny Doo - diretamente do templário imaginário da Doolãndia...


segunda-feira, 7 de março de 2011

So Pure - Alanis Morissette




So Pure
You from New York,
You are so relevant.
You reduce me to cosmic tears.

Luminous more so than most anyone.
Unapologetically alive.
Knot in my stomach,
And lump in my throat.

I love you when you dance,
When you freestyle in trance,
So pure, such an expression.
(x2)

Supposed former infatuation junkie.
I sink three pointers,
And you wax poetically.

I love you when you dance,
When you freestyle in trance,
So pure, such an expression.
(x2)

Let's grease the wheel over tea.
Let's discuss things in confidence.
Let's be outspoken, let's be ridiculous,
Let's solve all the worlds problems.

I love you when you dance,
When you freestyle in trace,
So pure, such an expression.
(x2)

So pure




Tão Puro
Você é de Nova York.
Você é tão importante.
Você me reduz a lágrimas cósmicas.

Mais luminoso do que qualquer outro.
Impecavelmente vivo.
Preso ao meu estômago
E dando um nó na minha garganta.

Eu te amo quando você dança.
Quando você se solta em êxtase.
Tão puro quanto uma expressão.
(x2)

Suposto ex-viciado em se apaixonar.
Eu caio três posições
E você sobe poeticamente.

Eu te amo quando você dança.
Quando você se solta em êxtase.
Tão puro quanto uma expressão.
(x2)

Vamos engraxar o pneu em cima do chá.
Vamos discutir coisas em confidência.
Vamos ser francos, vamos ser ridículos.
Vamos resolver os problemas do mundo.

Eu te amo quando você dança.
Quando você se solta em êxtase.
Tão puro quanto uma expressão.
(x2)

Tão puro...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Filosofia do Sucesso por Napoleon Hill



Se você pensa que é um derrotado,
Então será um derrotado.
Se não disser p’ra si mesmo:
Quero, a qualquer custo! ***(dentro dos princípios éticos)***
Não conseguirá nada.
Mesmo que você queira vencer;
Se pensar que não vai conseguir,
A vitória não lhe sorrirá.

Se você deixar as coisas a meio,
Tornar-se-á um fracassado.
Nós descobrimos neste mundo,
Que o sucesso começa por nossa intenção,
E tudo se determina pelo nosso espírito.

Se você pensa que é um malogrado,
É nisso que se tornará!
Se deseja atingir uma posição mais elevada,
Deve, antes de obter a vitória,
Dotar-se da convicção de que conseguirá infalivelmente.

A luta pela vida nem sempre é vantajosa aos
Fortes nem aos espertos.
Mais cedo ou mais tarde, quem cativa a vitória
É aquele que crê plenamente…

Eu conseguirei!!!

(Napoleon Hill)

domingo, 12 de dezembro de 2010


Mensagem de fim de ano - por Danny Doo


Esses dias vendo o jornal, fiquei chocada ao ver mais um jovem (o 3º caso) sendo atacado na Paulista por um grupo. Mais uma vez o motivo era nítido, preconceito.

Há 6 anos atrás um amigo mudou completamente minha forma de encarar meu próprio preconceito na época. Ele é de família evangélica, assumiu sua homossexualidade depois de sofrer muito, só aos 21 anos de idade. Quando morei no Rio de Janeiro pude perceber que não era uma pessoa tão evoluída quanto pensava. Terra dos bailes funk, roupas coloridas, gente super à vontade. Pois é, numa cidade que transpira sensualidade, um rapaz não podia assumir sua sexualidade porque a família, a comunidade religiosa dizia que era frescura dele, que era um comportamento inaceitável.

Sei que ele sofreu muito, me confessou que se pudesse, teria nascido hétero. Isso me chocou, pois percebi o sofrimento que ele carregava há muito tempo. Ele me fez entender através de nossa amizade, que o amor e respeito são fundamentais em qualquer relacionamento. E agradeço muito por Deus ter colocado o Jonatas no meu caminho, senão eu ainda seria uma pessoa equivocada e sem a noção exata do sofrimento que podemos causar a alguém e que amizade de verdade é construída com Amor, Respeito e Bondade.

Comecei a mensagem de fim de ano assim, para dizer que não adianta pensarmos que o grupo na avenida Paulista é exceção. Pois cada um carrega uma forma de preconceito dentro de si (social, racial, religioso, sexual, regionalismos, etc). Se pretendemos de fato construir um mundo melhor para nós mesmos e para os filhos, precisamos rever a cada dia nossos próprios valores e atitudes com relação ao próximo.

De nada adiantará ser uma pessoa política com todos, mostrar-se simpática na presença da pessoa e descer a lenha por trás... Amor atrai amor, ódio, atrairá ódio, falsidade idem... Todos nós temos a capacidade de mudar, rever atitudes, valores, idéias equivocadas.

O Amor, que é o Dom Supremo possa encontrar lugar em nossas vidas, começando pela nossa casa! E que possamos levar esse amor pelo próximo em nosso coração, de verdade. Pois essa vida é passageira, e estamos aqui com um propósito (independente de religião) nossa vida na Terra não é e não deveria ser em vão...

Que a Paz de DEUS, essa força Superior e inesgotável de bondade possa tocar cada coração que parou uns instantes para ler a mensagem, e refletir sobre a vida!

Grande abraço e que seu final de ano seja explêndido! Sucesso e boas energias!!!

Que DEUS abençoe a cada um de nós!

Daniela Duarte